de regresso, para memória futura

Tenho andado sem grande vontade, a falta de tempo ajuda, para escrever, às vezes até acho que não serve para nada, dezenas de vezes a escrever as mesmas coisas, sobre as mesmas matérias, no mesmo país de sempre, um país que desgraçadamente é o meu. Perde-se a fé, a vontade, em suma a pachorra. Há dias, e há dias. E depois há dias como o de hoje, e comentários como os que hoje aqui publicou o Manuel António Pina, a propósito de mais uma prosa do Zé, que nos mostram que afinal, isto, a Loja, de pregar ao vento e aos peixes, não é, nunca tempo perdido. Podemos não mudar nada, concerteza que, assim, não chegaremos a lado algum, mas pelo menos tombaremos de consciência tranquila... para memória futura.

Publicado por Manuel 23:26:00  

1 Comment:

  1. gotika said...
    "pelo menos tombaremos de consciência tranquila"

    Aí é que está.

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