Os ratos

«É preciso apanhar o rato enquanto come o queijo», diz Maria José Morgado, citada pelo Sol.

Ou seja, agora mesmo. Os ratos de há cinco ou dez anos, já engordaram e andar atrás deles, só serve para os entreter.

Portanto, onde é que estão, actualmente, os ratos?

Ao largo...abancados e gulosos. Mais quatro anos e teremos uma praça cheia.

Publicado por josé 21:51:00  

8 Comments:

  1. miguel said...
    É caso para dizer que o gato da Dona Morgado não apanha rato nenhum,vai caçando musaranhos.

    Essa de mandar avisar a ratazana FR de que era suspeito na investigação de pedofilia não lembraria nem ao Mafarrico!
    Tino said...
    A expressão "abancados" é prenhe de significados...
    josé said...
    Pois é. Tem vários sentidos. Tal como andaram ao largo, porque de facto, não estão identificados.

    E quanto aos ratos, quem falou neles, foi a Morgado.

    Mas, uma coisa é certa e todos concordarão: a corrupção acontece, nos lugares onde há poder, neste caso´público.

    Logo, não é preciso ser perito em lógica aristotélica, para entender que o centro da corrupção, são os lugares de poder.
    E quem ocupa neste momento quase todo o poder?

    Nem ponho mais na carta.

    Quanto aos outros significados de abancado, espero que saibam ler e compreender. E ainda perceber que corrupção, não é apenas trocar favores ou serviços por vantagens patrimoniais.
    Há outro tipo de corrupção mais endémcia e porventura mais perniciosa que é a que perpassa pelos amigalhaços das nomeações e colocações.
    Corridas e sem freio.
    Tino said...
    José

    Eu estava a pensar em certos figurões que passaram pela política e pelos negócios, incluindo a Banca...

    A esses, a palavra "abancados" aplica-se ainda melhor do que ao outros.

    Os bancos e as bancas, as cadeiras e os cadeirões do poder são muitos e diversificados...
    KILAS said...
    Quando os políticos quiserem, poderá dar-se um rude golpe na corrupção.
    Bastará criar o tipo de crime de enriquecimento ilegítimo, como pretendia o Cravinho que, com tamanha ideia, deram-lhe logo uma chupeta de ouro na Europa. Pq será? Será que os políticos têm medo de alguma coisa? Confesso que por mim, caso haja suspeitas sobre os meus teres e haveres, nada me custa provar a sua proveniência...
    Tino said...
    Ok Kilas

    E tu achas que os políticos querem?

    Às vezes são pouco inteligentes, mas não são parvos...

    Em Portugal, a actividade política é uma espécie de Máfia por outros meios...
    miguel said...
    É tudo uma questão de fé!
    Que nos impede de acreditar no Pai Natal e no Coelho de Páscua?

    Se o Tino retirar "espécie" concordo com o seu comentário.
    S. T. said...
    «(...) que ,pelas fábulas que inventaram , acabaram ambos por governar , a populaça insensata . É mediante tais insignificâncias que se pode mover esse enorme e poderoso animal chamado povo . (...)

    Erasmo de Roterdão ( 1469-1536 ) , O elogio da Loucura

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