O ensino sério compensa

Em Braga, numa Universidade do Minho ainda instalada em edifícios arrendados e espalhados pela cidade, começou, no início dos anos oitenta, uma experiência académica, científica, pedagógica e prática, no domínio da informática e novas tecnologias então em ascensão. O curso de engenharia de sistemas e informática, ainda hoje é referência no meio académico. Os professores sabiam, conheciam do assunto e ensinavam como deve ser.

O resultado, depois de um pouco mais de vinte anos, desse pioneirismo exemplar, não precisa de luminárias na Educação, como as vemos hoje em dia.

O melhor exemplo, deu-o hoje a empresa MobiComp, ao ver reconhecido o seu valor de mercado pelo gigante Microsoft. Tal como aqui se refere.

Publicado por josé 22:45:00  

25 Comments:

  1. Tino said...
    Caro José

    Bom, mesmo bom, era a dita MobiComp ter conseguido comprar a Microsoft.

    Hoje a sisnistra ministra foi gabar o seu belo cesto: o sucesso dos sociólogos que em vez de estudarem se puseram a influenciar e a decidir os destinos do País, com os resultados que se conhecem:

    http://www.min-edu.pt/np3/2280.html

    Os engenheiros da Universidade do Mingo não precisam de fazer auto-elogios fúnebres como esses...
    fernando said...
    Só parte do sucesso se deve ao que conheciam os Professores. Uma quota parte (bastante elevada por sinal) deve-se ao ambiente de exigência da instituição em causa e que diga-se em abono da verdade até fica muito aquém das instuições de referências noutros paises, basta fazer uma analise comparada sobre rácios de artigos ISI-SCI (disponivel na página 19, gráfico 7, neste link:
    http://www.estatisticas.gpeari.mctes.pt/archive/doc/seriesindicadores2006_v20092007.pdf)

    ou melhor ainda, sobre o rácio nº de patentes/investigador ou nº de patente/habitantes para se ver do que estou a falar.

    Infelizmente aquilo que devia ser a regra no Ensino Superior é antes a excepção. Regra geral, no Ensino Superior não há investigação de relevo e a que há só sucede em 2 ou 3 Universidades.

    E não se diga que é por falta de incentivos, já que os docentes do Ensino Superior contam com um suplemento de 33% do vencimento para esse efeito. Só que como é habitual neste país de faz de conta, os Docentes do Ensino Superior já encaram esse suplemento como parte integral do vencimento, com ou sem investigação.

    E é por isso que me merecem muitas reservas as conversas dos senhores Reitores quando crónicamente passam a mensagem que o Ensino Superior está asfixiado por falta de verbas. Na verdade se só pagassem o suplemento de vencimento a quem realmente o merecesse, o Ensino Superior até tinha folga orçamental.
    Pedro Luna said...
    Um professor universitário a defender a Ministra da Educação e o Ministro do Ensino Superior...?

    Fantástico...

    PS - Muda de nome, nonó que já te toparam.
    zazie said...
    ehehehehe

    O palerma do nonó não se enxerga

    ":O)))))
    fernando said...
    Cara Senhora Zazie,

    eu compreendo a sua frustração, a rejeição é uma coisa que a maioria das mulheres não suporta, contudo não sei porque continua a insistir, como eu já lhe disse não estou minimamente interessado nas suas fantasias sexuais com animais.

    tente falar com a sua maêzinha talvez ela lhe consiga explicar, a origem da sua patologia.
    fernando said...
    É um verdadeiro mistério que a emancipação das mulheres tenha gerado casos como o da Senhora Zazie, que são apenas e tão somente o grau zero da existência humana, o á vontade e displicência com que esta Senhora fala no seu blog de sexo com animais, revela a imundicie a que se resume a sua equivoca existência. A democracia revela nestes casos especificos, uma total incapacidade para lhes dar resposta. Pelo menos aqui a Sharia tem, reconheço a solução adequada. O apedrejamento.
    josé said...
    fernando:

    Entenda uma coisa. A Zazie, sabe história medieval, numa certa vertente, ligada a gárgulas, cadeirais, representações de lendas e mitos etc etc.

    V. não consegue integrar o que vê e lê, no blog dela, nesse contexto.

    Não percebe patavina do contexto, pelos vistos.

    Isso, é uma coisa.

    Outra, bem diferente, é o nível dos seus comentários, particularmente o último.

    Se insistir, sou eu mesmo quem se vai dar ao trabalho de aprender a apagar comentários, verdadeiramente indecentes, neste caso: os seus.
    fernando said...
    Sr. José,

    lamento mas não recebo lições de decência da sua parte. Se quer falar de decencia, vai ter que usar de alguma imparcialidade e usar o mesmo critério com a sua amiga.

    "Se bem me lembro" até a sua amiga aparecer com os comentários que teve em posts anteriores, não consta que o Sr. José tivesse lido nas minhas palavras algum sinal de falta de decência, pois não?

    Assim sendo convém que leia primeiro a forma mal educada, alarve e canalha com que a sua amiga entrou na conversa. A não ser que a sua imparcialidade, seja só da boca para fora.

    Um último esclarecimento. Lamento mas não me parece que o Sr. José esteja em condições para dissertar sobre o meu nivel de compreensão acerca daquilo que li no blog da sua amiga.Eu tive a oportunidade de ler muito mais que um suposto conhecimento sobre história medieval e afins. "Badalhoquices entre freiras e papa-formigas" extravam qualquer história medieval que eu conheça e reflectem deixe-me dize-lo, divagações que o Sr. Edmund Freud explica na sua obra, como deve estar a par. A não ser que a sua amiga e o Sr. José conheçam alguma história medieval que eu não conheça, onde tenha sido retirada a citação anterior, pelo que nessa eventaulidade faça o favor de ma indicar.
    musaranho-coxo said...
    ahahahaha

    Este papagaio para além de não ter as quotas em dia ainda é analfabruto.

    O imbecil nem percebeu que a história dos papa-formigas e freiras até foi uma citação de um link do Despastor

    ":O))))

    cruác paco, o paco quer bolacha mas ninguém lhe liga.
    musaranho-coxo said...
    Mas se ele quer mesmo badalhoquice a malta faz-lhe a vontade.

    Aqui fica uma ilustração do resultado de desejos de ciclopes
    josé said...
    fernando:

    Se não recebe, desande! Aqui ninguém é obrigado a escrever. E muito menos a insultar.
    musaranho-coxo said...
    Mas isso de andar para aí a pavonear-se com o cartão do partido rival ainda lhe pode dar amargos de boca.

    Ora veja-se o que aconteceu a este parente do palrador e nem foi propriamente na Idade Média
    zazie said...
    Só por causa das coisas, fica aqui o post de onde esse animal foi copiar a citação. Foi isto. O desfazedor de Rebanhos é que brincou e linkou-me com essa ideia do papa-formigas albino e mais a macacada com freira. Eu peguei na provocação dele e fiz um post a brincar.
    Claro que o post é uma fantasia em torno dessa frase e da ameaça dele de retirada para negócios da bolsa. Mas tudo o que lá vem é factual, histórico e foi estudado. Só não deixei bibliografia porque alguma até é minha e eu ando aqui apenas na qualidade de Zazie. Só cito a bibliografia dos outros.
    De resto, esta besta que se diz professor universitário, só demonstra ser uma abantesma grunha por nem um simples post ter entendido ou visto que a citação estava linkada e nem era minha.
    Eu deixei uma série de relações iconográficas e até uma explicação do uso do termo hedge fundos associado aos ouriços caixeiros. A própria frase do Isahia Berlin está incluída na imagem do livro do Barton Biggs.
    Como é óbvio não escrevo para alimárias mongas como este grunho nonó que deixa o partido muito bem visto.

    Se há coisa que me incomoda é o registo brejeiro. O Cocanha nem registo intimista tem, quanto mais desse género. O resto é non-sense mas é claro que o sentido de humor também requer inteligência e, a esse respeito, nota-se que a natureza tem uma enorme dívida para com o nonó Fernando.
    H. Ramos said...
    Attencion

    Quatro maças golden não fazem uma caixa de fruta....
    fernando said...
    Senhora Zazie

    Nem sequer vou perder tempo com a patética argumentação de cariz pseudo-intelectual que conseguiu com tanto esforço produzir.

    Fico-me só pela parte final e as suas considerações sobre humor e inteligência.

    Quem assim tece considerações sobre a inteligência alheia deve ter-se em grande conta. Diga lá Senhora Zazie, é Professora Catedrática onde ?
    Na Universidade da Pedreira dos Hungaros? Ou do Cais do Sodré?

    Ou a sua especialidade como atesta o José em:
    "história medieval,gárgulas, representações de lendas e mitos" resulta de ser Professora de História no Secundário? Se assim é devia estar no Guiness, há conta de tal feito.

    Já quanto ao senso de humor (ou á falta dele), apenas aproveitarei para lembrar, que os cartoonistas dinamarqueses que tem a cabeça a prémio, pela veleidade com que acharam que podiam caricaturar o "Profeta", devem estar arrependidos da natureza os ter bafejado com tal atributo.

    Também o realizador Theo Van Gogh, compreendeu sómente a titulo póstumo que há pessoas que não tem sentido de humor, mas em contrapartida fazem pagar caro esse humor aos outros.

    Os ocidentais em geral, e os insolentes em particular sempre me pareceram especialmente bafejados por um elevado sentido de humor.
    Pois bem na minha opinião devem guardá-lo só para si ou no limite compartilha-lo com os seus iguais. A outra hipotese, são a ocorrência de cenas como as do 11 de Março em Madrid ou 11 de Setembro em N.Y. Para ser franco achei alguma piada a estes dois acontecimentos, senti eles algo profético e divino.

    Senhora Zazie, não leve muito a sério que eu não a trate como igual. Como sabe nem todas as religiões partem da premissa, que os homens são iguais ás mulheres.
    zazie said...
    Este comentário foi removido pelo autor.
    zazie said...
    Pois eu parto apenas de um premissa simples- é pena que certos imbecis não sejam apenas virtuais.

    Infelizmente ainda teclam e cagam.
    O único benefício que se pode retirar da merda virtual é que, ao menos, enquanto largam poias e teclam, não matam na estrada.
    Pedro Morgado said...
    O Curso de LESI (agora LEI) é um emblema da Universidade do Minho.
    fernando said...
    Eis que chegou a Professora Catedrática do Cais do Sodré, nome de guerra Zazie, especialista em Idade Média e afins.

    Esta "Senhora" acaba por fim por revelar a sua verdeira tara, a coprofagia, espero que tenha engulido o suficiente para encher a barriga.

    Já eu, acho que tem mais direito á vida os que matam na estrada, que gente da sua laia, que no limite e em público até podem parecer "senhoras" muito sérias, mas que em privado, e caso a oportunidade se lhes propicie, oscilam entre a bestialidade e a coprofagia.
    Laoconte said...
    A presença de um monarca, tipo espanhol, é bem desejada.
    fernando said...
    os monarcas espanhóis só tem coragem para mandar calar indios

    Na verdade o monarca espanhol, pouco mais é que um cobarde de 2ª categoria, tudo aquilo que é deve-o somente ás graças do nada aristocrático Franco.

    Apesar de indio, o Hugo Chavez logo tratará de entalar os interesses espanhóis, pelo que o Rei depressa lamentará o lapsus linguae.
    Fernando Martins said...
    Caro "fernando":

    Tem de deixar de dar erros nos seus comentários, pois alguém pode começar a mandar palpites sobre onde tirou o "doutoramento".
    fernando said...
    Caro Fernando Martins:

    É claro que isso não me surpreendia nada. Nem mesmo que digam que foi feito na Universidade do Cais do Sodré, ou o tenha recebido por fax, ou via CTT. Cada um é livre de partir das premissas que muito bem entenda.

    Dito isto, importa ter em conta que há os que escrevem e publicam os comentários, pois tem mais que fazer, depois claro há os outros que escrevem e seguidamente fazem uma revisão do que escreveram para que (Deus não o permita) apareça algum erro que possa indiciar a sua dissimulada analfabetização.
    Laoconte said...
    O meu palpite vai para a Universidade de Salamanca, nas terras d´el-Rei.
    fernando said...
    Errado caro laoconte, foi numa Universidade Pública Portuguesa, para seu desgosto.

    Mas acho que foi muito generoso, com a hipotese que sugeriu.

    Devia ter antes insistido na versão tipo fax ou por correio com carta registada, através da extinta Universidade Independente.

    E convém ainda não deixar de fora a hipotese de falsificação.

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