sobre os pastéis amargos e Belém


José Sócrates, o seu Governo, e a sua 'maioria', colocaram-se nos últimos meses - tão só e apenas - no mesmo e patamar e nível formal que a célebre licenciatura 'independente' do Primeiro-Ministro. Limitam-se a arrastar-se, e a arrastar o país num delírio e numa deriva colectiva, sem paralelo no pós PREC, perante a passividade e indiferença da maioria, que vai vendo ou lendo, certas coisas só acontecerem aos 'outros'. O despacho hoje conhecido de Correia de Campos não é um qualquer epifenómeno - é antes mais um sintoma de um mal maior, que só não vê quem não quer.

Publicado por Manuel 20:07:00  

6 Comments:

  1. Arrebenta said...
    "Ich bin ein António Balbino Caldeira!..."
    Leia e divulgue:

    http://braganza-mothers.blogspot.com/2007/06/ich-bin-ein-antnio-balbino-caldeira.html#links
    O Aprendiz de Jurista said...
    E o marido aterrorizado porque, ao chegar a casa depois de um dia de trabalho, se depara com o diabo a possuir a sua mulher, grita:
    - Vá de retro Satanás.
    Ao que o dito, Satanás, embora algo estupefacto, responde:
    - Hum?
    E logo após pensar um pouco: - Boa ideia!
    E vai de virar a pobre senhora ao contrário e…

    Moral da história: cuidado com o que pedes, pois, pode bem acontecer que o obtenhas.
    Sócrates e seus quejandos não devem conhecer esta anedota.
    portolaw said...
    Alguém sabe a cor dos lápis que estes gajos usam? É azul, não é?
    E será que não se pode acusá-los de atentado ao pudor? Porque é disto que se trata, verdadeira falta de pudor, ao quererem reintroduzir a censura nesta (cada vez mais "pseudo") democracia.
    Jack . said...
    Pois é, realmente para muitos o PREC pertence ao passado, como é o seu caso José. Nada mais falso, diria eu. O PREC está vivo e bem presente na mente deste primeiro-ministro. Hoje, o período revolucionário em curso chama-se Projecto de Reeducação da Esquerda Capitalista (PREC). Só assim se compreende a fúria com que se demitem e punem aqueles que não cumprem cegamente os desejos pessoais dos déspotas que estão na cadeira do poder.
    zazie said...
    a verdade é que há quem goste. E ainda tem mais piada que quem gosta são os "antifacistas" de sempre.
    OLopes said...
    A zazie tem razão, como sempre. Os defensores das 'amplas' andam muito calados. Não os tenho visto vir à praça clamar pelas liberdades fundamentais dos que estão a ser vítimas da ditadura e da censura deste desgoverno PS.
    Nem os políticos, nem os poetas, nem os cantores.

    Parece que perderam o pio!

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