porno & hard-core


Segundo a TSF o Gil Vicente estará só e apenas à espera que lhe ofereçam a indeminização 'certa', para então - em nome do 'interesse público' - retirar o tal processo judicial que tanto está a enervar a FIFA. Se tal for de facto se vier a revelar verdadeiro, o que diga-se custa quase tanto a acreditar como este imbróglio, então em Portugal definitivamente tudo tem um preço, tudo é relativo, tudo é 'negociável'...


N.A. Segundo uma leitora mais atenta o posicionamento curioso da mão esquerda será fruto de uma foto montagem...

Publicado por Manuel 22:22:00  

8 Comments:

  1. Bikoka said...
    É caso para dizer que é tudo uma cambada de maricas ...
    rb said...
    Não sei se será bem assim ... mas a ver vamos, já lá dizia o cego.
    Bikoka said...
    Esperemos sinceramente que não!
    Guida do Pino said...
    Manuel, a mão esquerda É UMA MONTAGEM.

    Acho que deveria avisar os leitores.
    Fernando Martins said...
    Vê-se perfeitamente que é uma montagem e o artista em causa tem pena é de ficado debaixo, que, como se sabe é lugar pior...
    Guida do Pino said...
    "debaixo, que, como se sabe é lugar pior"

    Essa é a sua perspectiva.
    Mas olhe que há quem goste...
    Fernando Martins said...
    Pois perspective-se no caso em apreciação...e não se esqueça que posição depende do referencial, como descobriu Einstein...
    Arrebenta said...
    Post muito para lá do efeito dos comprimidos

    Pois diz a "Marquesa" que o Mercury faria hoje 60 anos, ou seja, a Caballé também deve estar em vias de mudar de milénio. Eu curto bués sopranos centenárias e bichas opus postumas.

    Parece que os estou a ouvir, "ambos os dois", na inauguração do Estádio Olímpico de Nuremberga, o Führer, muito direito, hirto e firme, como o Cavaco e o Eanes, uma multidão com a suástica enrolada no braço, todos de braço erguido, em frente, e eles a tentarem cantar: ela, com todos os esforços que fazia para soltar o seu célebre si bemol, sobreagudo, com que o Caruso sempre parava e lhe batia palmas, aos gritos de "Brava!..."; ele, a tentar transformar todas as gargantas fundas feitas ao "people-black" do Bronx numa maviosa voz de bigode.
    Havia em Mercury algo do timbre da Branca de Neve, assim como a Caballé tinha algo da Baleia Branca de Melville, até no volume -- volume do livro, não no volume dela... Tinham, em comum, duas coisas, o já terem, outrora, cantado, e estarem ali porque já tinham ultrapassado, há muito, o limite da decência que marca qualquer fim de carreira vocal.

    O Führer adorou: para ele, tudo era Wagner, e até eu me comovi, com aquela sonoridade da Cavalquíria das Cavalconas. Tenho cá o disco em casa, e ponho-os sempre, naqueles dias em que não consigo acordar antes da 1 da tarde: adoro aquela voz grossa e sólida dela, a fazer de tenor, em "Nessum dorma"... Aliás, acho que foi essa grossura e solidez de voz que fez com que o outro se assentasse todo, de nalgas, nela, "ai, desculpe, pensei que fosse um cavalheiros!..."; ela, uma senhora, dizia, "esteja à vontade, estas mamas são todas suas..."

    Curiosamente, um dos meus papéis favoritos, da Caballé, até é, estranhamente, o final da "Salomé"; do Mercury, nunca ouvi nada, mas parece que tinha a picha grossa, o que para muitos melómanos é mais do que critério.

    Só lamento que ele esteja morto e ela em prolongada agonia, senão, o tio da nossa querida colaboradora Jacintinha, Monsenhor Marto, até os podia convidar para cantar na próxima inauguração da NOSSA Ota, a nova Grande Basílica de Fátima, que vai meter Santa Sofia, Saint Paul Co-Cathedral, em Malta, e São Pedro, de Roma, num chinelo.
    O pequeno chinelo português, obviamente.

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