Detroit, nova sede da república dos juízes
sábado, agosto 19, 2006
Por aqui, do Informática do direito, até aqui, ao New York TImes, onde se pode ler o seguinte:
"WASHINGTON, Aug. 17 — A federal judge in Detroit ruled today that the Bush administration’s eavesdropping program is illegal and unconstitutional, and she ordered that it cease at once."
"District Judge Anna Diggs Taylor found that President Bush exceeded his proper authority and that the eavesdropping without warrants violated the First and Fourth Amendment protections of free speech and privacy."
Espera-se a todo o momento a reacção do pessoal do costume e que tarda em gritar em editorial que a república dos juízes já chegou à America. E até com a oposição do Attorney General!
Porca miseria! Depois da Itália e de idêntica tentativa, em Portugal, felizmente abortada pelos vigilantes dos jornais, vemos a America a cair no mesmo lodaçal.
Não há direito!
Publicado por josé 00:33:00
Ao senhor antónio só gostaria de perguntar se confia nos juízes portugueses, ou melhor na justiça portuguesa?
P.S.- O José sabe muito bem que é impossível qualquer tipo de república de juízes na América, ou qualquer tentativa para implementar tal disparate. Penso que seria muito mais interessante explicar aos clientes da GLQL como é que o sistema americano funciona e permite que uma juíza de Detroit cause tantos embaraços à administração Bush, situação práticamente sem paralelo no mundo. Era muito bom em Portugal que tal acontecesse da forma eficaz e rápida, como acontece nos EUA e Inglaterra, por exemplo.
Escusava de efectuar mais um dos seus habituais exercícios de manipulação - os juízes nos EUA são todos ex-advogados ou juristas de prestígio (a nível estadual ou federal), não há formação específica tipo CEJ, nem o "direito de casta corporativa" que aqui se instalou.
Quanto aos Attorneys, embora julgue que exista uma carreira, o topo (como na magistratura judicial) é atingido via eleições, não por promoção hirárquica, e há grande circulação entre o sector público e privado.
O nosso sistema judicial está a anos-luz do norte-americano, ao nível da estrutura de carreira, pelo que não é comparável.
Eu até diria que é um sistema melhor - mas há o problema dos tribunais de júri, que o tornam completamente inaceitável...
Há repúblicas e repúblicas e também as há de bananas, mesmo em sentido figurado.
Por acaso tem piada que o que me veio à cabeça quando li o post não foi isso foi a controvérsia em torno das escutas telefónicas.
Estamos esclarecidos quanto à respectiva credibilidade...
Depois, o sr. estripador supõe q
Sempre que essa patente obsessão atinge o seu grau mais elevado, em vez da ironia como figura de estilo temos a antonomásia, geralmente em tom sarcástico.
E nessa altura, a capacidade de entender o discurso irónico ressente-se imediatamente.
Creio que será por isso, sendo essa a interpretação mais benigna.
Há outra, mas não a vou expor, porque não gosto de substimar ninguém nas suas capacidades intelectuais.
O Attorney General é eleito? O Federal não, os estatais alguns. Mas suponha o sr. estripador que os Ministros da Justiça (que é o que são) fossem providos por concurso público?
O prestígio. São todos pessoas prestigiadas. E depois? Isso é garantia de rectidão de carácter? Um exemplo: o Sr. Ashcroft, AG antes do Sr. Gonzalez, congeminava (junto com outras pessoas prestigiadas) reduzir o conceito de tortura internacionalmente (e pelos EUA) aceite de modo a fazê-lo coincidir, por exemplo, com o sofrimento equivalente à ablação de um membro. O resto deixaria de sê-lo, para efeitos de interrogatório de suspeitos...
PS: eles têm efectivamente um "CEJ", o Federal Judicial Center (acessível pela net). Se é melhor do que o nosso, não sei. Suponho que sim, se não for dirigido por gente excessivamente prestigiada. Em qualquer caso, dou-lhe o benefício da dúvida.
Antes de estripar convém estudar um pouco.
Foi este o Homem que na era dos noventa, quando a Espanha estava infestada de canalhas politiqueiros, que usavam a abusavam do Estado de Direito em proveito próprio, e tão só armado com o rigor da Lei, na imparcialidade de um Juiz descomprometido com o Poder, mandou para a cadeia um Secretário de Estado do Interior, um foragido Comandante Geral da Guardia Civil, entre muitos outros que pretendiam abocanhar todo um Povo, com os mais diversos pretextos. Foi ele, Baltasar Garzón, e mais meia dúzia de Juízes que, desafiando o terror e as suas bombas, as ameaças e maledicências, surgiram como garantes de uma Democracia Pluralista, e da igualdade da Lei para todos os cidadãos. Tarde ou cedo, lá, como aqui, se acabará por demonstrar que ninguém está acima das Leis da República, e que somos Madeirenses por natureza, e Portugueses por opção.
Que adianta aquilo em que acredito ou não?
Eu acredito em valores como a honestidade que se opõe à desonestidade; a honra individual que se opõe à venalidade estrutural; a correcção moral que se opõe à relativização de princípios de rectidão de carácter.
Nenhum destes valores se ensinam em faculdades ou cursos de direito, mesmo em CEJ.
Depois destes valores essenciais e imprescindíveis a quem decide sobre a vida alheia, mesmo com as regras jurídicas, aparecem outros também importantes, mas que eu troco facilmente por aqueles:
A competência técnica, por exemplo.
Não me interessa um virtuoso de Direito a julgar, se náo tiver aquelas qualidades. Usará esse virtuosismo para ser injusto, justificando-se tecnicamente de modo inatacável.
A capacidade de trabalho e o brio profissional, é outro valor.
Sendo apreciado por inspectores e advogados, é um valor a cultivar e que merece atenção, pois contribui para o funcionamente de qualquer sistema.
Agora, à pergunta concreta, tenho a dizer que provavelmente na profissão de magistrado deve haver de tudo um pouco, no que se refere aos valores primordiais.
Os juíses que conheço, tenho-os como pessoas com preocupações de rectidão e com princípios morais que me sossegam.
Mas...mesmo assim, temo muito mais pela deformaçáo profissional decorrente da rotina instalada; da incapacidade em passar além do direito positivado e principalmente aquele que considero o maior defeito nesses profissionais: a resistência em julgar procurando descobrir a verdade dos factos.
Muitos dos juízes que conheço ao fim de poucos anos, decidem as questões com padróes de apreciação formatados.
As regras processuais capam muitas veleidades de esperança na Justiça.
Os juízes deixam-se levar muitas vezes pela facilidade e fogem da dificuldade como o diabo da cruz.
São raros os que o fazem e são esses a quem reconheço o estatuto de Juiz como deve ser:
Ter qualidades de carácter; conhecimentos e capacidade de trabalho suficientes e ainda vontade de descobrir a verdade.
Esta característica, para mim, distingue o bom juiz do medíocre.
E reconheço que há muitos e muitos juízes medíocres.
Muitos.
Respondi?
Os EUA são o pior país para se fazer um estudo comparativo com a justiça em Portugal (e na maior parte da Europa), dado coexistirem sistemas jurídicos estaduais e o federal.
Nos sistemas jurídicos estaduais, os juízes são normalmente ex-advogados ou juristas, e são eleitos. Os District Attorneys estaduais também são eleitos, e normalmente provém da sociedade civil.
Ao nível federal, a maioria dos juízes também são eleitos.
Assim sendo, qualquer tipo de formação que possam vir a ter é apenas para actualização de conhecimentos, não surge na sequência de um processo de selecção, como no caso do CEJ.
Logo, ir utilizar os EUA para extrapolações para Portugal, Itália e afins não é ironia, é simples burrice - ou, mais grave, atirar com areia para os olhos da opinião pública, o que até me parece ser o caso...
Caro "José", continue na sua senda de obsfucação, porque pelos vistos tem para aqui pressurosos defensores... pobre país este...
Relax.Os burros também precisam de parar para comer palha.
Não estou a chamar-lhe burro. Estou apenas a tentar fazê-lo entender que antes de dar com eles na água, deve parar para pensar. Escreva depois disso.
O sistema americano é o que é e aqui ninguém precisa dos seus ensinamente para saber que é diferente do europeu.
A ironia com a "república dos juízes" advém da mania em que por cá, tal como aconteceu na Itália, entende-se toda e qualquer manifestação do poder judicial que é um poder independente dos demais ( ou devia ser) que contenda com o poder executivo ou alguns dos seus representantes escolhidos democraticamente ( e que são quase sempre os mesmos, nos últimos anos, tal como acontecia na Itália), entende-se toda e qualquer manifestaçáo do poder judicial, como dizia, de um modo atentatório do princípio da divisão de poderes.
E isso mesmo que as leis que fizeram o admitam, como agora acontece com as leis Administrativas.
O poder executivo reage, através dos seus apaniguados, jacks ou joes, como se o poder que detém fosse o único legítimo e quem o contesta um usurpador.
Daí à república de juízes é um pequeno passo semântico.
Temo que mesmo desta vez lhe escape a ironia, mas nada mais posso fazer...
Então, que comparação é essa com Itália ou Portugal? Lá o juiz tem o poder dado pelo povo, não é um amanuense contratado armado em carapau de corrida.
Como é que descalça a bota que não diz com a perdigota?
Continue com a tese da ironia, que vai bem...
Se quem critica o corporativismo patético das magistraturas padece de "ausência de ironia", se calhar terei de ser receitado.
Que isso me transforme num apaniguado/avençado do Governo, como as suas respostas parecem sempre implicar, demonstra falta de poder de encaixe da sua parte... ou mania da perseguição... pelo que o aconselho vivamente a procurar a respectiva cura.
ehehehe
para o Toni o exemplo máximo de liberdade e isenção só existe no poleiro
":O)))))
Nisso o toni e o estripador dos bifes estão em sintonia
Responsabilidade, essa, existe no poleiro e, por lei, está ausente da prática do juiz. Logo, espera-se que a democracia seja gerida por quem tem a responsabilidade. Aquilo que apontei ao camarada josé é que o juiz de Detroit tem responsabildade sobre os seus eleitores. Um juiz em Portugal não tem responsabilidade nenhuma, por lei e, logo, não lhe podem (devem) ser dadas tarefas fora do mero juízo.
Liberdade, isenção?? Isso é com cada um.
A conversa ainda não chegou à cozinha...
Julgo que, caso o "José" estivesse necessitado de advogados de defesa, escolheria outro género de criatura... poupe-me às suas inanidades,por favor.
ahahah
Que convencimento mais grotesco. V. não se enxerga e isso acaba por fazer de si um humorista involuntário
Juntamente com as patacoadas do toni santos sempre fiel ao partido
":O)))
Não me digam que passou à reserva...
Esse dizia o mesmo com a vantagem de já ser bicho de estimação da casa
Essa cabecinha pensadora não chegava lá. Imagine-se se lhe perguntavam porque não fazia o mesmo a um jack a quem estriparam a abóbora...
Vá de férias. Aproveite a estação para refrescar as ideias - repare que até o CC está quase em stand-bye...
Vai ver que, depois de umas noites bem dormidas e uns bons refrescos a coisa melhora e os Juízes passam a ser uns porreiraços...
O exemplo do post irónico e crítico e reflexivo, não é mais do que isso. Um exemplo. Exemplo, que pode ser estendido a qualquer profissão. Neste caso, o "José" até se expôs.
("Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão")
Já sabia que entre ele e as questões da Justiça, sobre as quais tão contumaz e inanemente (agora louva-se em que os magistrados, na América, provêm da sociedade civil; os nossos, claro, são seleccionados das fileiras da tropa) discorre, existe uma espécie de muralha da China. O que não sabia era da susceptibilidade do homem. Toca-se-lhe no sítio certo (veja-se as leves chouriçadas que sofreu) e é como se se desse um soco num fígado cirrótico (sofre por isso, também, de alguma disforia). Dispõe-se logo ao pugilato e até ao pancrácio, não renegando, sequer, à descortesia para com uma senhora.
Além disso, a atitude dele no que importa a comparações é curiosa: quando se trata de zurzir na justiça desta paróquia (o que é, a muitos títulos, legítimo) compara-a logo à justiça "made in USA" (a muitos títulos louvável); quando se trata de criticar a justiça americana (a muitos títulos criticável), são todos burros os que pretendam contrapô-la à nossa...
Também não sei quem é esse tal de estripador. No entanto, pelo perfil bloguístico enquadrá-lo-ia numa agremiação semi-secreta que dá pelo nome de Câmara Corporativa. O lugar é uma pocilga e, por isso, não se recomenda. Já o sr. estripador é um bacano.
Quanto às aspas, apenas as coloco porque os nicks não correspondem a nada de especial... algumas cabecinhas pensadoras acham que se alguém assina "anónimo" se é anónimo, e se tiver um nick já não é. Tal revela uma estupidez brutal, que nem vale a pena aprofundar... vejo que as aspas irritam alguns imbecis, portanto vou continuar a colocá-las!!!
O último comentador realmente abusa da burrice congénita. Não só se atreve a encontrar um fundamento para determinados crimes praticados na Londres Vitoriana por alguém que é desconhecido (se não se conhece o criminosos, como se podem identificar as respectivas motivações? Só um rematado imbecil... espero que esta figurinha não seja um magistado, o que não me admirava, tal a sua fixação com o famoso Câmara Corporativa...), como acaba a defender uma carroceira que por aqui passa a vomitar as suas fragilidades, uma tal "zazie". Não vislumbro qualquer senhora por estas paragens.
Enfim, números de circo proporcionados pelos "suspeitos do costume", aliás cada vez menos, o que certamente terá a ver com o facto de isto ser originariamente um blog colectivo e agora não passar de um exercício de onanismo do "José"...
Não tem nada de melhor para fazer, do que insultar, no anonimato de um nick, outros anónimos que lhe acertam no calcanhar? Aquilo de que o acusam, não merecia outra defesa?
Vê-se que não gozou férias como deve ser. Aproveite que ainda vai a tempo. Os relatórios podem esperar...
Há problemas júridicos e judiciais que mereceriam toda a nossa atenção e assiste-se a peixeiradas destas...
Qual é o problema dos que têm nicks, dos que não têm nicks e das senhoras que têm ou que não têm nicks ?
Discuta-se da realidade portuguesa e não mandem as mulheres para a cozinha, é anticonstitucional, como é anticonstitucional insultar ou mal tratar uma mulher. "Blogosferas" de machões onde se descriminam os blogs femininos. Basta !
":O)))))
beijocas
e limpar o pó? é que eu até gosto de cozinhar mas detesto essa parte das limpezas
ehehehehe
Quem é que te manda limpar o pó ? ou cozinhar ? é o machão com quem cohabitas ou os machões que frequentas na blogosfera ? E, para terminar, a indescrição é, ainda mais do que as peixeiradas, uma coisa muito feia... mais, profundamente, grave que a violação do segredo de justiça. Pensa, antes de rir... porque rirá melhor o que rirá por fim !
ahahahahahaha !
";O)
É uma historieta muito tonta. Alguém tem de fazer as coisas e quem não gosta de serralho divide-as com os seus.
Decididamente sou alérgica a serralhos de criadagem. Sempre achei que é das mordomias mais bacocas. Qualquer animal sabe limpar e cuidar da toca
By the way, inconstitucional é dar tratamento de favor ao sexo feminino. O princípio da igualdade serve nos dois sentidos - não se descrimina a mulher, mas também não se favorece...
Nessas coisas, sou bastante igualitário - imbecil e ignorante, sem "a" ou "o"... e aparecem por aqui algumas aves...
PS: "José", depois diga lá que relatórios são esses que eu deveria estar a fazer... não há nada mais patético que dar tiros no escuro... nós já sabemos o que o "José" diz que faz - e, certamente,não será adivinho, porque insiste em chutar totalmente ao lado...
Não costumo ligar muito a lapsos de escrita, mas consigo é diferente, porque sei que é adepto do preciosismo em letra de forma.
Assim, tome nota que só lhe faz bem ao ego e talvez o faça pensar da próxima vez que quiser dar lições ortográficas:
"Descriminar", no sentido que lhe deu, não existe.
Agora, como castigo, vá escrever dez vezes no seu blog, "discriminar". Pode ser o verbo na primeira pessoa do singular, do presente do indicativo.
Afinal, é o que V. faz sempre e fica habituado, assim.
Sabe, a minha ignorância quanto à ortografia correcta quanto ao que não é constitucional, provém do facto de ser trilingue e, mais uma vez, empreguei a grafia mais próxima da língua de Molière. Acontece-me frequentemente. É, de facto, ignorância ser trilingue, visto pelo seu ponto de vista.
Só creio que os seus pontos de vista são muito vesgos, se acha que favorecer e não discriminar a mulher é continuar a sugeitá-la a maus tratamentos porque na maioria dos casos as mulheres são fisicamente mais fracas. Leia as estastísticas, depois de ter feito o exercício sugerido por José, mesmo que não tenha nenhum blog...
Fique na cozinha da toca, se lhe dá prazer, mas não se esqueça que também deve limpar o pó e, sobretudo, o das suas ideias se acha que quem tem machões que as tratam mal se devem calar... a minha amiga tem uma mentalidade de Estado Novo e de alcoviteira.
estamos todos tontinhos hoje...
qual machismo qual carapuça! estava a dizer que já não há homens e quem os tem que os guarde.
Sei lá o que são machões. Sei o que é um homem e o que é uma borboleta. Essas prefiro vê-las a voar ao lado das abelhinhas e coisas assim de jardinagem. E não gosto de serralho. É verdade.
Mas tem piada dizer que eu é que tenho mentalidade de alcoviteira qando foi v. quem fez perguntas pessoais. Como sei que as respostas é que podem ser indiscretas nem respondi.
Mandei boca ao lado para ser simpática e não lhe fazer uma desfeita.
Mas não gosto desse paleio de inversão de papéis.
A esse propósito lembro-me sempre da chanson:
elle sais pas faire la cuisine, elle sais pas faire le ménage, mais elle fais si bien l'amour qui...
etc, etc... etc...
È o mesmo que mulheres a dizerem que não percebem nada de máquinas. Cá para mim se não é deficiência motora é nabice e mainada
Se calhar estão enganados e há muita gente dessa a pensar pela sua cabeça.
Pois, seria bom que deixassem de usar a táctica da avestruz ...
Obrigado pela correcção. Espero agora que também corrija um pouco a sua obsessão comigo... ainda estou à espera de saber que relatórios é que devia andar a fazer...
By the way, não tenho qualquer blogue... mais uma vez, tiro na água...
Essa do tiro na água não pega. Se fosse, realmente, um tiro na água, o meu caro amigo nem sequer teria reagido...
Não, infelizmente não tenho um blogue. Não poderei, assim, proporcionar alguma iluminação às mentes opacas da cretinagem que popula na blogosfera...
PS: Deveria, aliás, ser a primeira pessoa no mundo que tinha um blogue e não fazia gala no facto... santa estupidez...