A pátria e a Alma

Prós & Contras. Tema: A alma da Nação.
Participam Nandim de Carvalho; José Adelino Maltez; Clara Pinto Correia; João Carlos Oliveira, publicitário ; Jacinto Lucas Pires, esritor; P.e António, nascido em Damão.

CPC- "eu sou..."
"Os meus pais foram..."
" Você é..."
"Eu chorei. Eu gosto de fado. Eu estive 10 anos na América e foram os piores anos da minha vida."

JLC- " Nós caimos..."
" A não existência...."
"O sonho e a possibilidade"
"O primitivismo sofisticado..."
"A fuga é a norma..."
" O som e a origem..."
" Uma nova possibilidade e um novo caminho".
JCO- "O anúncio ( da PT, com o hino) é legítimo. Permitido por lei."
" temos um deslumbre com tudo o que vem de fora"
"A ponte é a 2ª maior da Europa"
"Nós achamos que os portugueses são todos como o Mourinho e a Paula Rego"
" Nós queremos não ser saloios".
"Sou técnico de comunicação e comparo a alma com ouro que me parece uma analogia"
" O Zé povinho, hoje, é folclore".
" O que é que há hoje para olhar em Portugal? Falta-nos orgulho"
JAM- " A política não é apenas uma questão de razão e vontade; há uma terceira potência que é o afecto"
" Nós criamos uma super-nação"
" A república portuguesa a que chegamos é a república dos que ficaram cá; porque há os que partiram para o Brasil e outros lados."
" Porque é que não havemos de brincar com as coisas que são sagradas?"
"P. ex. o Zé Povinho, é uma invenção de Bordalo."
" A geração de Malhoa é uma invenção".
" A nossa principal força é a língua com o espaço de afecto."
" Todas as histórias pátrias são ridículas porque são invenções."
" O saloio é dos povos, do mais antigo de Portugal"
" O Zé povinho é saloio".

P.e António ( de Damão)- " AS pessoas não respeitavam o hino antes de 25A"
" A alma através da língua e cultura penetra muitas outras nações . Mesmo na Índia, em Cochim, zonas onde Portugal passou, há quem fale português, mesmo que não se ensine na escola".
N.C. -" Temos que ter confiança em nós próprios e não ter visão derrotista."
"Os valores tradicionais"
" Pátria alicerçada na lusofonia."
" Temos que falar em Deus que é a vertente espiritual."
" O novo valor da alma- anima- ânimo- deve ser construida através de vertentes tradicionais e novas."
" Concordo com o prof. Maltez- também sou saloio!"

Foi esta a primeira parte. A segunda não promete muito mais...

Publicado por josé 23:07:00  

15 Comments:

  1. Tonibler said...
    Que porra é um politólogo???
    josé said...
    Fui ver...ao Houaiss.
    Diz que é o mesmo que um politicólogo!

    Que é o especialista ou estudioso de ciências políticas.
    Será uma adaptação do inglês "political scientist"
    Humm...eu tenho por aqui o Il Dizionario di Politica de Norberto Bobbio et al.
    Será que isso fará de mim- se o ler- um politicólogo de pacotilha?!
    magapatalogica said...
    A minha alma está parva com a torre de babel falante. Há de tudo: fantasmas de Natália Correia, um jovem sensato, um publicitário insensato, um padre das índias, um retórico super acessível ao grande público da televisão do estado e um renascido de disputas subterrâneas. Bom, são tão bons como outros quaisquer...
    O que me faz confusão é tanta banalidade nos eleitos e, para além de definitivamente, ficar convencida de que sou saloia, sempre saloia, intemporalmente saloia, de que é que eles falam?
    maga patalógica
    Tonibler said...
    Ah! Um inútil, portanto...Bem me parecia pelo que ele diz, mas era só para confirmar.
    Obrigado.
    josé said...
    Tonibler:

    V. está a ouvir/ver a CPC?
    A dizer que quem não sabe conjugar verbos no presente do conjuntivo, é ignorante e analfabeto?!

    E a dizer que o ensino está todo mal, do básico ao secundário?

    Ahahahahah! Esta CPC...
    josé said...
    Bem, no caso do JAM, não concordo.

    O que tem escrito sobre a história do séc. XIX e algumas características de Portugal contemporâneo, é interessante.

    O problema é que é melhor a escrita que a fala. Esta tem dificuldades em produzir um discurso com a coerência de uma escrita que demora a ler mais do que cinco minutos.
    A fala nestes programas, dura um dois minutos.Fatal para o discurso de quem não conseguir passar sound bytes.
    É esse o problema dos programas de tv.
    chuta po tecto said...
    Antes demais acho que os caros comentadores teem muito pouca Caridade "Cristã"
    A Clara Pinto Correia, que disse agora que Portugal não pode perder o TGV da cultura, não é a mesma que plagiou um artigo do "The New Yorker" aqui há uns tempos?
    josé said...
    FOi uma cópia que ela fez " com muito amor"...

    E julgou que os saloios de cá não leriam o New Yorker. Diga lá se isso não é mesmo o cúmulo da parolice?!
    josé said...
    A The New Yorker vende-se ( vendia-se) em Lisboa, em vários sítios. No Porto também.
    Até se vende no aeroporto.

    tsss...tsss.
    Tonibler said...
    Relativamente à CPC, que ainda frequentou a mesma faculdade que eu, tenho-vos a dizer que foi um bicho parava o trânsito Rua da Escola Politécnica! E muitas outras coisas boas haveria para dizer sobre ela, mas não me lembro de nenhuma...

    Agora estou a ver o politólogo a dizer asneiras atrás de asneiras com um ar doutoral e a dizer que é monárquico. Parvo-monárquico, digo eu...
    Luís Bonifácio said...
    Caro José esqueceu-se do momento alto da 1ª Parte

    CPC - Deixem-me cantar o coro das almas do purgatório de trás-os-montes
    josé said...
    JAM estragou tudo com o happening final. Parecia um hippie!

    Ora bolas!
    Tonibler said...
    Já agora, o programa era sobre?!....
    Bart Simpson said...
    pelos vistos não perdi nada...
    naoseiquenome usar said...
    Apesar de todas as críticas possíveis, não posso deixar de concordar (e a história subscreve): "A república portuguesa a que chegamos é a república dos que ficaram cá; porque há os que partiram (...) " :)))

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