Percebes agora por que nunca votarei em ti, Jerónimo?


No debate desta noite, com Manuel Alegre:

Pergunta: «Jerónimo de Sousa, considera o fundamentalismo islâmico um perigo para a Europa e para Portugal?»

Resposta pronta do candidato e líder comunista: «Não...»

Publicado por André 02:06:00  

3 Comments:

  1. lusitânea said...
    Agora é politicamente correcto ser a favor de casamentos gay,salvar os clitóris das criancinhas,exigir o fim das cruzes,aceitar sem restrições todos os imigrantes,não dizer a raça dos delinquentes ,etç.Tudo com molho de uma boa integração.
    Bem expliquem como estão integrados os ciganos que não são própriamente acabados de chegar...e qual é a sua contribuição para a felicidade da sociedade...para além do trabalho e custos com polícia,tribunais e prisões...
    Se tudo continuar a seguir o seu curso normal alguém vai ter problemas no futuro...
    Pedro M said...
    http://www.garfos.letrascomgarfos.net/o-pacto-marx-–-maome/

    "O Pacto Marx – Maomé

    Em 1939, o Pacto Ribbentrop – Molotov abriu caminho a Hitler para iniciar a Segunda Grande Guerra Mundial. O pacto apanhou tudo e todos de surpresa, porque se sabia que o Nazismo e o Comunismo eram arqui-inimigos. Analogamente, o que permitiu os ataques terroristas ocorridos recentemente em Londres (e muitos mais que seguirão fazendo vítimas inocentes), é o Pacto Marx – Maomé. Mais uma vez, dois inimigos fidagais, o Marxismo – mais especificamente o Marxismo Cultural, mais conhecido como o Politicamente Correcto – e o Islão, fizeram uma aliança diabólica contra um inimigo comum: os sobreviventes do Cristianismo.

    O facto de alguns dos bombistas de Londres serem islamitas já nascidos no Reino Unido, coloca à Europa e ao Ocidente em geral (Portugal incluído) a urgência da revisão das suas políticas de imigração. Em vez de “importarmos” milhões de pessoas que nos são culturalmente hostis, impõe-se uma politica interna na União Europeia de incentivo sério e substancial à maternidade.

    Um artigo publicado no Cleveland Plain Dealer do dia 17 de Julho p.p., revela uma sondagem realizada na comunidade islâmica da Alemanha; um terço dos islamitas imigrantes neste país está de acordo num ponto: o Islamismo deve tornar-se a religião oficial em todos os países da União Europeia. Nessa mesma sondagem, 56% é da opinião que não se adaptarão ao modus vivendi europeu e que preferem viver de acordo com a Sharia (Lei Islâmica); mais de um terço dos inquiridos revelou estarem prontos para usar a violência contra os “não-crentes”, caso necessário.

    Obviamente que seria avisada a selecção dos imigrantes na União Europeia, por um lado, e a expulsão dos mais perigosos islamitas, por outro. E é aqui que entram os marxistas (Politicamente Correctos ou Marxistas Culturais, resquícios da Escola de Frankfurt), que nos dizem que não podemos fazer nem uma coisa nem outra; nem sequer podemos aflorar este tipo de assuntos! Dizer que o Islão é uma “religião de guerra” levanta logo um "sururu" politicamente correcto; nem a verdade serve, tão pouco as citações corânicas que provam o que se quer dizer; para o Politicamente Correcto, “a Verdade não é defesa”.

    Naturalmente que o Marxismo Cultural (ou Politicamente Correcto) despreza o Islão como despreza o Cristianismo, e os islamistas têm uma dúvida existencial: se decapitam primeiro os Marxistas Culturais ou os Cristãos que se recusem a converter-se.

    No mundo real, “diversidade” é sinónimo de uma Guerra de Quarta Geração na nossa própria casa. No inferno, Marx, Mao e Marcuse esfregam as mãos de contentamento."
    TiroNoEscuro said...
    Enfim caros amigos só á uma coisa a fazer para evitarmos sermos colonizados por essas estirpes de dementes... LUTAR LUTAR LUTAR

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