similis cum similibus

Mais palavras para quê?!
Um postal no causa nossa, digno da "Câmara Corporativa"!

Publicado por josé 18:37:00  

12 Comments:

  1. Fernando Martins said...
    Não será a CC o "filho bastardo", não reconhecido, do Causa Nossa...?

    É que o "Miguel" socorre-se muito do CN e, agora, vice-versa... além de que as tácticas de extrema-esquerda e de guerrilha revelam similitude...
    Francisco Bruto da Costa said...
    Trata-se de uma questão de nível.
    Quem tem, tem; quem não tem, chapéu.
    Uma questão de nível
    Escriba Lacónico said...
    Custa a crer como em tão pouco tempo e em tão poucas linhas de um duvidoso blog um tão douto professor coimbrão desbaratou o crédito que granjeou em algumas décadas de actividade científica e académica. A mera fidelidade a um simples partido não pode explicar tudo!...
    Duarte Basílio said...
    Não sei porque mas gostava mais do Vital quando era camarada... Vender a alma deve doer muito...
    Tonibler said...
    Longe de mim estar a defender o Vital, mas os números em causa estão errados?
    joserodrigues said...
    O Tonibler pergunta se os números estão errados.
    basta ir consultar o CC - onde se indicam todas as reformas superiores a 5000€ atribuidas no ano corrente e verificar se 9 em cada 10 foram atribuidas a magistrados - judiciais e do MP!
    A mim pareceu-me que o comissário político VM, dando mostras claras da sua desonestidade intelectual, confundiu notários, diplomatas, professores universitários com magistrados.
    Francisco Bruto da Costa said...
    Caro Tonibler, os números parecem estar certos, com uma "esperteza" - representam valores ilíquidos e por isso têm que ser decrescidos de cerca de 30 a 40%, que é quanto vai para o Estado em impostos e alcavalas várias.
    Mas como já se disse acima, isto não é uma questão de números: é uma questão de nível.
    Manuel said...
    a questão nõa é os números serem 'reais' ou não, mas sim o facto de não espelharem a realidade e darem azo à absoluta demagogia...

    a) é PERFEITAMENTE natural que fossem os magistrados, como orgãos de soberania, e 'funcionários' do 'Estado' daqueles que se reformam com valores mais altos.
    b) o que já não é perfeitamente natural é excluir da lista 'comparativa' tudo quanto é agente político (porque não tecnicamente do 'Estado') e altos quadros da Administração Pública, porque requisitados a privados ou a outras entidades fora do âmbito estrito da AP, e empresas públicas, ...

    Terrorismo e desonestidades intelectuais puras. ponto.
    Tonibler said...
    Caros,

    Compreendam que vejo isto meramente como contribuinte e cidadão cuja relação com o estado é pagar.
    Seja natural, seja incompleto, seja de baixo nível, parece-me demasiado para algo que, como funciona, não traz qualquer valor para a sociedade. Se trouxesse, tudo bem. Mas não traz.
    Teófilo M. said...
    Caro jose,

    escrever sobre um 'blog' sem o 'linkar' parece-me, s.m.o., não ser muito edificante.
    josé said...
    Caro Teofilo M:

    Escrevi sobre o causa nossa. E linkei.

    O outro blog, já estava linkado no causa nossa...

    Vá lá ver...
    Fernando Martins said...
    E mexer na m...a dá problemas: vómitos, o cheiro e as moscas...

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