Bombardier, alguém se recorda ...

MÁLAGA.- Los acuerdos estratégicos firmados hoy por Renfe con las empresas Talgo y Bombardier supondrán que, por primera vez en la historia de la compañía española, ésta fabricará íntegramente trenes de alta velocidad en sus talleres, concretamente en los que tiene en Los Prados, en Málaga.

El Mundo

Publicado por contra-baixo 00:49:00  

2 Comments:

  1. PontasSoltas said...
    Mais cedo ou mais tarde, por referendo ou por outra coisa qualquer, vamos ser chamados a responder à pergunta "Pretende que Portugal seja integrado na Espanha?", no que me respeita a resposta será sim...
    Pedro M said...
    Mas vai haver quem diga não e que jamais aceitará o resultado do sim.
    - Mesmo por maioria.

    Atenção ao "Iberismo" que vamos começar a ver e ouvir na TVI.

    1 - uma reportagem sobre Olivença, em que os Oliventinos afirmam que Portugal e Espanha deveriam ser um só país.

    2 - Recentemente mais outra, da Aldeia de Rio de Onor. “Uma aldeia ibérica e europeia”.

    Pergunta: qual será o preço pela independência da Catalunha?
    Não tem nada a haver, dizem vocês...

    http://www.forumdefesa.com/forum/viewtopic.php?t=2559&start=0



    Uma notícia preocupante para a democracia e para a independência deste velho país, ocorre nestes dias em que se confirma que Miguel Pais do Amaral, vendeu a sua participação no grupo de comunicação social MEDIA-CAPITAL, ao conglomerado espanhol PRISA, do obscuro empresário Jesus Polanco.

    Capaz de transformar a água em vinho, e dono daquela que já foi considerada a maior máquina de mentiras da Europa, desde que a agência de propaganda de Goebbels deixou de emitir em 1945, Polanco é um perigo para a democracia e para as instituições democráticas em Portugal.

    Controlada a MEDIA-CAPITAL e a TVI por um grupo de comunicação social que faz da mentira, do escândalo fácil, da invenção de noticias e da perseguição política o seu modo de vida, a PRISA, constitui-se assim na maior ameaça à independência nacional desde que as tropas de Filipe II cruzaram a fronteira em 1580.

    Os jornais de Polanco, são conhecidos pelas suas campanhas de difamação, que normalmente acabam em tribunal, comprovando-se normalmente a má fé dos seus jornais, mas o dinheiro e a pressão de Polanco, normalmente conseguem mover montanhas.

    O estilo das denuncias, é ao velho estilo dos anos 50 nos Estados Unidos. Os meios de comunicação de Polanco são especialistas nos escândalos sexuais, e aproveitam as suas ligações especiais com o meio homossexual em Madrid e em Barcelona sempre que querem destruir algum inimigo do partido politico que Polanco subsidia e apoia activamente, com as suas campanhas: o PSOE.

    O próprio Primeiro Ministro Espanhol, Rodrigues Sapateiro, é uma criação de Jesus Polanco, dado este e a PRISA serem acusados por muitos órgãos da comunicação social espanhola de terem orquestrado a campanha que levou ao Golpe de Estado constitucional que colocou no poder o PSOE, depois dos atentados terroristas de 11 de Março em Madrid. Polanco e a sua estação de rádio “Cadena Ser” utilizaram todos os meios legais e ilegais, para criar um sentimento na rua, contrário ao governo, que se demonstrou fatal para o então partido de governo em Espanha.

    Outra das características universalmente reconhecidas a Polanco, é a sua absoluta inflexibilidade. Polanco é feroz e cruel, e destruirá, se necessário de forma violenta, quem se lhe oponha. Como um bom chefe da mais violenta das facções da Camorra Napolitana, Polanco parece um avôzinho sorridente, mas por detrás da mascara esconde-se um homem cruel, capaz de um comportamento desumano. Manda o seu filho, quando não quer dar a cara, e o Polanco Filho, segue na mesma senda de falta de respeito pelas regras e pelas leis dos países onde a PRISA é autorizada a instalar-se. As principais vítimas, são os jornalistas ao seu serviço.

    O grupo PRISA não tem jornalistas independentes, e essa é a MARCA REGISTADA do grupo. Todos os jornalistas obedecem fielmente à figura paternal de Don Jesus, (como o Cappo gosta de ser conhecido), num quase beija mão Corleonesco, que se repete com frequência quando Polanco visita as redacções.

    Os braços do polvo:

    Polanco começou o seu império, com o apoio do ditador Francisco Franco, que autorizou alguma abertura nas rígidas leis espanholas no inicio dos anos 60 sobre a propriedade de órgãos de comunicação social (no caso editoras livreiras). Polanco e a sua familia lançam a editora PUBLICACIONES SANTILLANA, e rapidamente se expande, ainda em 1963 à Argentina e em 1968 para o Chile.

    Em 1976 Polanco cria o diário El Pais, de tendência liberal centrista e posteriormente é criado o grupo PRISA para acomodar o seu crescente interesse em editoras e distribuidoras de livros. Nas américas é criada em 1972 a SANTILLANA – México e a SANTILLANA USA, em 1977 é criada a SANTILLANA Venezuela, em 1981, o grupo SANTILLANA chega ao Perú e em 1988 à Colômbia.

    Em 1989, compra Constância Editores em Portugal, em 1991 o grupo chega a Porto Rico, em 1992 ao Uruguai, em 1993 à Costa Rica e ao Equador, em 1994 República Dominicana e Bolivia. Em 1994 a PRISA toma uma participação no jornal de extrema esquerda britânico “The Independent”.

    Em 1995 a SANTILLANA chega à Guatemala. Em Espanha a SOGECABLE (controlada a 19% pela PRISA) deixa de ser comparticipada pela Telefónica. Em 1997 chega ao Paraguai. Em 1999 a PRISA compra 19% da rede colombiana Caracol e em 2000 dá-se a reestruturação em que a PRISA absorve o grupo SANTILLANA. Em 2001 compra 49.5% da TELEVISA.

    O império de Polanco, inclui assim, entre outros meios os seguintes:

    Diario español “El País”
    Edição española da revista “Rolling Stone“
    Diário económico “Cinco Dias “
    Revista “Cinemanía”
    Diario desportivo “AS”

    TV por cabo em Espanha

    19% da Sogecable – o único canal digital de televisão pago (varios canais, entre os quais os directos de imagens de clubes como o Real Madrid).

    Controlo da empresa “Cablevision”

    Estações emisoras de rádio

    ”Sociedad Española de Radiodifusión SER” - 420 estações regionais em Espanha.

    49,5% da Televisa's Sistema Radiopolis (17 estações emisoras no México que controlam 9% do mercado.

    “Grupo Latino de Radiodifusión en Hispanoamérica”, que soma cerca de 300 estações de rádio no Panamá, Chile, Colombia e Costa Rica.

    Estação de rádio AM em Miami na Flórida.
    Estação de rádio em França (Grupo Latino de Radio)

    Gráficas

    20% da Prisaprint (empresa española de impresión),

    Mateu Press
    Mateu Cromo

    Producção de video e cinema

    Acordo com a Televisa y Univisión para televisão e cinema em lkingua castelhana
    Música:

    Gran Vía Musical, incluindo:
    Producção de discos, organização de concertos e gestão de direitos

    O grupo PRISA estendeu os seus tentáculos por vários países da América Latina, e quase sempre que há uma compra, há normalmente suspeita de corrupção, compadrio, negócios escuros ou ligação ao crime organizado. Este tipo de comportamento é necessário, porque normalmente o grupo PRISA necessita alterar as leis dos países onde se instala, e onde normalmente (como é de regra) há leis que impedem a detenção de orgão de comunicação social por estrangeiros. Para o conseguir utiliza meios escuros, e essa é a principal razão do insucesso nos Estados Unidos, onde os métodos escuros de Polanco, enfrentam poderes demasiado fortes, ou no Reino Unido, onde as suas tentativas de entrar no mercado enfrentaram dificuldades insuperáveis.

    Polanco e a PRISA, entram nos mercados onde é possível entrar untando as mãos de politicos e de pessoas influentes. Em toda a América Latina, há coros de protestos dos jornalistas despedidos, ou forçados a despedir-se, como ocorreu com a Bolivia.

    Os jornalistas que fazem greve são despedidos liminarmente, sem qualquer outra razão. Na Bolivia isso é crime, mas a PRISA não respeita as leis quando tem contactos com os meios políticos, para ter o direito de por e dispor as coisas a seu bel-prazer.

    Quem não respeita as leis e as instituições noutros países, vai respeita-las em Portugal?

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