PSD: a hora de Manuela Ferreira Leite



Já chega de recusas e esperas estratégicas.

Se ainda for possível recuperar o melhor PSD, a solução para a crise terá que passar pelo avanço de Manuela Ferreira Leite.

É só um wishfull thinking, mas seria bom que se concretizasse.

Ou será que o barco já foi mesmo ao fundo?

Publicado por André 18:10:00  

6 Comments:

  1. Joao Quaresma said...
    Um cataclismo para suceder a um desastre? Não se arranja melhor? Por mim, Rui Rio, all the way.

    Eu gostaria de saber em que domínio escondido é que MFL terá dado provas de competência para ter tantos admiradores. Sempre fez um mau trabalho por todos os cargos que ocupou. Como Ministra da Educação, como líder parlamentar, e sobretudo como Ministra das Finanças foi péssima. Estagnou a economia com o discurso da tanga e com apertos de cinto inúteis (passagem do IVA de 17 para 19%, logo após a vaga inflacionista da entrada em vigor do Euro), em nome do sacrossanto 3% de déficit que outros não cumpriram, tal como não temos cumprido nos últimos anos (e o céu não nos caíu em cima da cabeça, como se ameaçava na altura). Vendeu património do Estado (imobiliário, rede de cobre à PT) para cobrir despesas correntes, coisa inteligente. E, como seria de esperar de creaturas do género, arranjou poleiro no Santander.

    Manuela Ferreira Leite é o típico sub-produto de uma classe política quase vazia de quadros, onde a aparência é tudo, a arrogância é considerada atestado de competência, ainda que os resultados atestem sempre o contrário. Uma Maria de Belém versão PSD que, ao invés da original, é carrancuda.

    Mas é a tal coisa: o PSD mal se distingue do PS, e os partidos, tal como os povos, escolhem os chefes que merecem.
    Anônimo de fato said...
    Safa!!!
    Só fez desgraças no Min da Educação.
    Arruinou o Governo de Durão Barroso...
    Conseguirá arranjar alguém PIOR?
    Daniel Monteiro said...
    espero que Manuela Ferreira Leite dê um passo em frente e abrace a direcção do PSD... só a "dama de ferro" conseguirá dar rumo aos sociais democratas

    http://4quadrantes.blogspot.com/
    Jorge Oliveira said...
    Como o PSD está à beira do abismo, também espero que a Manuela Ferreira Leite dê o passo em frente.

    O caro André ou está a brincar, ou chegou agora a Portugal e não conhece a Ferreira Leite, ou é militante do PS.

    Esta mulher não vale um caracol. Dá-se ares. Alguém conhece alguma opinião da senhora acerca de algum assunto para além de contabilidade e finanças públicas? E mesmo neste campo ela só fez asneiras.

    Por exemplo, a alteração da Contribuição Autárquica, agora IMI, feita pelo seu secretário de Estado, Vasco Valdez, foi uma vergonha.

    E sei do que falo porque fiz parte do grupo de trabalho que ele chefiava no Gabinete de Estudos do PSD. Era um finório, um patife não tem outro nome, que metia na gaveta as propostas de discussão dos elementos do grupo e passava o tempo em conversas de chacha.

    Teve o desplante de enganar o Director, o Mira Amaral, dizendo-lhe que sim a algumas propostas minhas de reforma fiscal, mas depois fez o que lhe apeteceu e escreveu no programa de governo o que lhe interessava. Ou que outras instâncias lhe tinham mandado escrever.

    É claro que nada disto teria acontecido se o PSD não tivesse à frente o Durão Barroso, outro velhaco que não tem uma ideia dentro da cabeça, para além da sua ambição de carreira política.

    Por isso, espero bem que ainda reste alguém de juízo no PSD para travar o passo à Ferreira Leite. Mas também não acredito que ela se candidate. Lá no fundo deve ter consciência da sua incapacidade para o lugar.
    MARIA said...
    Caro André,
    Com muita pena, subscrevo alguns dos comentários anteriores.
    Igualmente, a mim, parece-me que essa M. também não nos levaria a bom porto.
    Contudo, reflectindo sobre o perfil pessoal e público aparente de José Sócrates e no da dita Senhora, consigo perceber o raciocínio : o PSD precisa de alguém, como direi, FIRME, forte, carismático para fazer frente aquele, e nesses adjectivos sem dúvida, parece-me que ela lhe ganha.
    Por outro lado, em política é sempre imprescindível uma capacidade de criar empatia com o eleitorado. Pode dizer-se numa linguagem nada técnica que todo o político deve possuir em dose certa uma necessária capacidade de sedução quase tipicamente FEMENINA,por forma a congregar esforços e vontades no apoio à implementação das suas ideias e das suas políticas.
    E nesse particular, se calhar, ele ganha-lhe...
    Assim, também me parece que não será a melhor opção.
    Mas os "adjectivos", isso, têm-os ...
    Bjs
    Maria
    Eric Blair said...
    é mais um submarino...

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