só visto



Publicado por Manuel 09:52:00  

9 Comments:

  1. tina said...
    Não parece má pessoa, mas ainda tem muito que aprender.
    JPRibeiro said...
    Quem é esta besta?
    O-Naufrago said...
    Se «esta vergonha» acontecesse no mandato do Dr. Souto Moura, caia o Carmo, a Trindade, a Torre dos Clérigos, o elevador de S. Justa, a Torre de Belém. Só não caia a vergonha de todos os produtores de opinião que ficavam engripados com lances que ocorrerem e continuarão a ocorrer no mandato do «Mourinho» da justiça Portugusa...

    Boa Noite
    Coutinho Ribeiro said...
    José:
    Quando tantas vezes estou em desacordo consigo, desta vez acho que a teve toda. Foi exactamente como contou.
    Kamikaze (L.P.) said...
    Será mesmo? Segundo me contou quem assistiu, o PGR estava a ser questionado sobre BLOGS ANÒNIMOS VEÍCULO veículo DIFAMAÇÕES...
    E esta, hem?
    Coutinho Ribeiro said...
    Ai, ai! Entendam-se, ó, fundamentalistas. Isso foi o que eu pensei no princípio....
    josé said...
    Apaguei de uma assentad, três comentários que coloquei.
    Motivo?

    Todos eles se resumem na paráfrase a uma frase que vem numa história do Novo Testamento:

    Pudera que todos acreditassem sem ser preciso ver...
    Quero dizer também que a uns basta-lhes cair em graça; outros, nem engraçados são.

    É a vida.
    UNIVERSALEX said...
    claro que esta gravaçãoestá fora de contexto... coitado de mim que sou umpouco melhor que o meu compincha Pacheco Pereira
    josé said...
    Fora de contexto?
    Então pode sempre transcrever-se o contexto que mão amiga deixou para uso geral:

    "Transcrição de extractos da audição do Presidente do Conselho Superior do Ministério Público, o procurador-geral da República Pinto Monteiro, na Comissão de Assuntos Constitucionais da Assembleia da República, com a extracto da pergunta da deputada Ana Catarina Mendes e extracto da resposta do procurador-geral

    16-1-2007



    Deputada Ana Catarina Mendes:

    “(…) E hoje, o senhor procurador-geral da República se clicar no Google, uma palavra qualquer, uma pesquisa qualquer que queira fazer, encontra milhares, um conjunto muito vasto de informação. Mas se for aos blogues, às páginas da Internet, encontra muitas vezes, ah… situações susceptíveis de crimes de difamação. E por isso… Que são utilizados individual ou colectivamente. Mas o que existe, o que é verdade , é que hoje a sociedade portuguesa, a sociedade, e o mundo, confronta-se com uma nova forma de fazer crime, de cometer crimes, que é o crime sem rosto. Quantos são os blogues em Portugal, que criticam desde os magistrados, passando pelo, pela… a classe política, então, tem imensos apelidos…”



    Presidente em exercício da Comissão, o deputado Osvaldo de Castro:

    “Com todo o respeito, Ana Catarina, criticar não é crime!…”





    Deputada Ana Catarina Mendes:

    “Não. Não, senhor Presidente. Eu sei o que estou a dizer. Quando eu estou a dizer…A crítica eu aceito-a toda. O que eu não aceito é, às vezes, algumas das insinuações que são feitas, algumas das acusações que são feitas. E, por isso, aquilo que eu chamo à atenção é que eu concordo com o senhor procurador-geral quando diz – “atenção ao conceito de sistema informático” –, mas não queria deixar de registar que creio que esta reforma do Código Penal levanta e bem a questão dos crimes infor…, praticados ao nível da informática e que são hoje uma realidade dos nossos dias. E, por isso, questiono-me se o senhor procurador, seguramente – e não quero que me responda concretamente, como é evidente –, mas, seguramente, o senhor procurador-geral da República já terá tido algum conhecimento, de algum processo, de alguma queixa, contra um qualquer blogue, ou contra uma qualquer notícia que tenha aparecido, na, na inf..… no computador… na… nas várias... E por isso, é isso, o que eu queria chamar à atenção é mesmo isto. Não é a crítica pela crítica, senhor Presidente, como é evidente. Mas são as acusações que levam muitas vezes… Antigamente faziam-se por cartas anónimas, agora fazem-se muitas vezes, por… através da incidência informática. (…)”



    Presidente do Conselho Superior do Ministério Público, o procurador-geral da República Pinto Monteiro:

    “Muito sinteticamente, então, se me permite a senhora Deputada. Há uma questão que é esta: as sociedades evoluem muito mais depressa que as leis. (…)

    É claro que os crimes informáticos, etc., hoje está imensa… Agora, há dias, um antigo aluno ofereceu-me “O Cibercrime”, há uma série de livros agora sobre isso - que eu sou um bocado leigo nessa matéria, tenho sempre medo de me meter naquilo que não sei. Mas de qualquer forma, há uma coisa que…

    Os blogues é uma vergonha!... Quer… se quer a minha opinião, numa palavra só: é uma vergonha!... Quer dizer… Eu tenho uma senhora que é assessora de imprensa a quem – eu sou um leitor, já o era antes de ser procurador, compulsivo das notícias – mas os blogues peço a ela o favor de não mos trazer porque não me interessa, quer dizer… As cartas anónimas ainda sou obrigado por, pelo exercício da função, a mandar fazer um inquérito determinado… Os blogues só se houver alguém que se queixe. Isso é, é um exercício de indig…, o direito à indignação e à crítica e ao protesto, muito bem. Mas tem que ter um mínimo de dignidade que hoje não há. Eu pedi que não me trouxessem blogues porque não, não, não estou para me maçar. A não ser que alguém se queixe disso.

    Não sei se era isto que a sôtora queria?... Se me perguntou mais alguma coisa que me tenha passado sobre…?… (vozes) Creio que era fundamentalmente isso…”

    Agora, façam o favor de falar no contexto que me parece sumamente interessante.

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