os insensatos

Do Diário Digital:

“Em Dezembro do ano passado, o PS acabou por aprovar sozinho uma norma para que, perante indícios apurados em inquéritos parlamentares, o Parlamento pudesse constituir-se assistente e designar um mandatário em casos de homicídio.”
«Os inquéritos parlamentares são uma matéria estruturante do funcionamento da Assembleia e não estamos agarrados ao nosso ponto de honra», frisou hoje o líder parlamentar do PS, [Ricardo Rodrigues]acrescentando que a possibilidade de o Parlamento se constituir assistente seria «uma melhoria» mas «não é uma questão de princípio».


Relativamente a esta notícia, Vital Moreira escreve um postal em qualifica de insensato e disparatado, aquele projecto de manter o artigo da lei.
Desse modo, é inevitável a ideia que transmite de quem se aprestou a defender com unhas e dentes aquele artigo na lei: insensato e, pelo menos neste caso, tolo ( “aquele que exprime um disparate”).

Isto dos blogs é mesmo "uma vergonha", não é?!

Publicado por josé 11:48:00  

4 Comments:

  1. Pedro Soares de Albergaria said...
    Esta extraordinária proposta do Parlamento como assistente em processo penal, uma espécie de metamorfose da proposta inicial, não menos bizarra, do Procurador Especial, foi das mais absurdas nos últimos tempos. Não obstante o disparate, ela mostra-se inquietante na medida em que, também aqui, surge na sequência de um caso concreto e, sobretudo, porque lhe vai implícita uma inequívoca intenção de politizar o sistema de justiça. É preciso continuar alerta.
    ricardo batista said...
    José,

    Desculpe-me o despropósito e o atrevimento, mas os leitores da GL poderão saber qual a sua opinião sobre a despenalização da IVG?
    josé said...
    Atento:

    Prefiro guardar para mim, a opinião sobre o assunto. Não preciso de divulgar algo que entendo dever permanecer na reserva privada.

    Aiás, a questão não é simples e como de costume vejo, ouço e leio palpites avulsos muito ligeiros e simplificados.
    Seja. O meu não lerão.
    ricardo batista said...
    OK, respeito.

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