'português suave'

Publicado por Manuel 22:01:00  

4 Comments:

  1. Inês said...
    Não me diga que ainda tem algum exemplar do outro "Português Suave"?

    Era uma separata do Independente ou do Expresso?
    xatoo said...
    alguem se lembra ainda de quando o Artur Jorge se candidatou à Federação com a promessa de varrer de lá toda a porcaria?
    Arrebenta said...
    Potatoes

    A história tem barbas, não sei se é verdadeira, se é falsa, hoje em dia isso é totalmente irrelevante, desde que a narrativa tenha público, e seja vendável: corre por aí que o "Major" -- só de escrever esta palavra dá-me sempre vontade de passar aos actos violentos... -- ainda antes de começar a sua carreira de impune marginal, naquela área que alguns ainda não descobriram não ser "Desporto" mas "Crime Organizado", e que teimam em designar por "Futebol", dizia eu "de que", traficava batatas, no tempo da Guerra Colonial.
    Felizmente, nem a Guerra nem as batatas fazem parte do meu tempo, mas consta que o Estado Português, através das verbas do Exército -- e são sempre muitas em tempo de guerra -- pagava, cá, as refeições a preços do "Tavares Rico", para serem servidos ao combatentes da Causa Perdida ao preço da ração dos porcos.
    Obviamente, havia um porco, que se enchia com isto tudo. Abreviando, teve de ser corrido, mas acho que não foram evitados, a meio, alguns valentes murros.
    Eram outras épocas. Como já várias vezes tinha sido aqui previsto, o "Apito Dourado" vai ser enterrado (podem ler aqui); nunca existirá, portanto, aquele dia de glória, em que eu e mais uns quantos portugueses -- e que não são poucos -- que vêem a realidade como eu, iriam assistir ao "Major" a ser corrido aos pontapés do seu novo, e vitalício, posto de tráfico de novas batatas.
    Brevemente, aparecerão a Constraça Cunha e Nhanha, o "Eixo do Mal", o "Sol" e a Helena Matos a defender que, talvez, e já que tinha a experiência do "Metro" do Porto, talvez fosse a pessoa ideal, num triunvirato com Mega Ferreira e Proenza de Carvalho, para dirigir o Projecto da Ota.
    Já ouvi dizer que isto só se resolve aos tiros, e começo, cada vez mais, a acreditar nisso...
    josé said...
    A separata, não era uma separata mas sim um artigo extenso da autoria de Felícia Cabrita, sobre a vida (a)venturosa do nosso major Major ( Catch 22, para quem se lembra).

    Nesse artigo publicado pela revista do Expresso, já em tempos idos e de que guardo exemplar, republicado depois pelo mesmo Expresso, aquando das desventuras recentes do nosso major Major, vinham algumas histórias saborosas contadas pelo próprio major Major e profusamente ilustradas com fotos fornecidas pelo próprio, numa atitude de Dâmaso Salcede que ainda hoje me provoca riso.

    O artigo passa em revista a tropa e o episódio das batatas e o que dele saiu, ficou aí bem explicado.
    Antes de 25 de Abril, afinal ainda havia uma réstea de honorabilidade e quem pisava o risco, era riscado.

    Agora, é promovido a director geral de empresas públicas e eleito, reeleito e aclamado em estádios.

    Portugal no seu melhor?
    Não: Portugal conforme no-lo legaram.

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