o legado

a propósito da 'imagem' abaixo surrupiada daqui talvez, um dia, se venham a conhecer os contornos exactos que levaram a que o El Corte Inglês do Porto fosse parar a... Gaia. Mais um dos grandes legados de Rui Rio para a posteridade.



N.A. E não, a opção não era ou a Boavista ou Gaia...

Publicado por Manuel 16:20:00  

4 Comments:

  1. maloud said...
    Este homem, se puder, risca-nos do mapa. Também neste caso era importante discutir o papel da imprensa, dos opinion-makers e do "outro".
    maloud said...
    Se a GLQL e o Irreflexões me permitirem vou transcrever um texto que escrevi em Março.
    Eu tenho opinião sobre o Rui Rio. E até tenho opinião sobre o que os "siulistas" do Menezes pensam sobre o Rui Rio, porque o não aturam. O Rui Rio foi muito apreciado, porque fez frente ao Pinto da Costa, tendo conquistado a simpatia dos putativos 6 milhões, mais a de uns milhões para quem o mundo é verde. Mas essa batalha feita para o show, ele perdeu-a. Convido quem quiser a visitar-me, que eu, como moro perto, faço a visita guiada. Não basta uns colunistas declararem o vencedor, é necessário ir ao campo da batalha confirmar. Ele podia e devia ter posto o Pinto da Costa longe do poder, mas era escusada a rábula populista tendo como compère uma dona Laura a quem deu protagonismo, Foi caricato e cobriu-nos de ridículo, porque os portuenses foram vistos pelo país, como um bando de Super-Dragões. Essa imagem redutora foi explorada pelo dr. Rio e pelo dr. JPP, até à exaustão, preparando desde logo o terreno para a reeleição, porque, se quem não estava com o Rio era um arruaceiro, seria mais prudente votar no Rio, para desfazer a má impressão.
    Depois desta entrada apimentada com fugas recombolescas para Viana, onde afinal habitualmente passava os fins-de-semana, começou a estafada cena das finanças. Para não me alongar, o dr. Carlos Encarnação encontrou a Câmara de Coimbra em pior situação e não disse que não podia convidar o PR para o S. João, porque não tinha dinheiro, para lhe pagar o jantar. Mas o dr. Rui Rio no meio de tanta economia e aperto de cinto, lá alugou um barco, onde meteu os seus convidados, para ver os foguetes do dr. Menezes. Sei isto, porque passei esse e outros S. João no barco da Associação Comercial do Porto {a do Palácio da Bolsa} e o barco do Rio ficava encostado ao nosso, a ver a pirotecnia no rio Douro, está claro.
    Entretanto o senhor gosta de automóveis antigos. Eu também, mas não tenho dinheiro. Ele, no meio da penúria, conseguiu restaurar um Mercedes antigo da Câmara, no qual se desloca, com os efeitos poluidores facilmente imagináveis. Com o aproximar das últimas eleições autárquicas resolveu fazer uma corrida de calhambeques, que custou uma fortuna só em infra-estruturas, e fez perder a paciência aos moradores da zona da Boavista, para aparvalhar a populaça e caçar o voto.
    Estas são só algumas pinceladas a propósito do nosso "regedor". Faltou falar das cenas com a CS {a SIC, pelos vistos não teve meios para captar as imagens do fim do debate autárquico, como fez com o Carrilho. Foi pena, porque o Rio deu um espectáculo muito mais suculento}, da música pimba financiada pela CMP para cultivar as massas, etc., etc., etc..
    Como os opinion-makers lisboetas o apreciam tanto, sugiro que o levem para a capital. Eu agradeço.
    Augusto martins said...
    Muito bem amado, sem dúvida o Dr. Rui Rio, mas isso de que serve? Foi eleito. E reeleito. E não me lembro de ele ser um alimentador das ditas peixeiradas populistas. A única que o foi, se o foi na realidade, foi o famigerado túnel, relativamente à qual já se sabe do lado onde residia a razão. relativamente à qu(i)estão da bola, nem vale a pena falar.
    maloud said...
    Realmente foi eleito e reeleito. Ainda não bateu o record de A.J. Jardim, mas pode lá chegar.
    Nas peixeiradas populistas, cada um tem o seu estilo. O dele é diferente do do major V. Loureiro, mas não menos eficaz. Não tem é o picante, que atrai a cobertura mediática.
    No famigerado túnel, a razão residia do lado do parecer do IPPAR e o Governo trocou a razão, pela nomeação de Pedro Burmester para a Casa da Música.
    Quanto à bola sugiro que se virem as atenções também para os terrenos do Boavista e respectivas licenças de construção.

    Por lapso, ontem, dirigi-me a Irreflexôes, quando me deveria ter dirigido a Manuel, a quem peço desculpa.

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