coisa pouca

MADRID.- El Gobierno y los sindicatos CCOO, UGT y CSI-CSIF han alcanzado un preacuerdo global sobre el Estatuto del Empleado Público que contempla ligar la retribución al desempeño y acabar con la temporalidad de los empleados públicos.

Publicado por contra-baixo 17:45:00  

13 Comments:

  1. AM said...
    Tanto quanto percebo "ligar la retribución al desempeño" quer dizer salários diferentes para "tarefas" iguais, em função de critérios arbitrários. É que se é isso...
    contra-baixo said...
    eu diria antes - tratar de forma igual o que é igual e de forma diferente o que é diferente.
    AM said...
    pois... mas com isso está toda a gente de acordo...
    maloud said...
    Estamos todos de acordo, mas pomos pouco em prática, não é verdade?
    naoseiquenome usar said...
    O problema consiste nos critérios para a avaliação do desempenho, que para lá dos mensuráveis, continuam a ter uma fortíssima carga de subjectividade, a traduzirem-se na "atitude pessoal". Nos critérios e nos avaliadores, claro.
    Entre nós o mérito é exortado desde Salazar...
    tem-se visto.
    E olhe que há quem trabalhe muiiiitttooooo e muito bem.
    No entanto... só têm direito a cada vez mais trabalho.
    Os premiados são "os outros".
    rb said...
    O problema está na qualidade da avaliação do desempenho. Ela existe mna lei mas em muitos casos é uma farsa na prática. Há sempre este problema: para avaliar tem de ser alguém de dentro da profissão avaliada, que "saiba da poda", e quem está lá dentro tem dificuldade em qualificar os colegas e tendência para ser "bonzinho". Vamos ver se este governo dá a volta a essa situação. Diz que está a trabalhar nisso. Aguardemos .
    FORMIGA BARGANTE said...
    Uma pequena contribuição para este tema.

    O Museu Nacional de Arte Antiga era um antes da entrada em funções, em Novembro de 2004, da nova directora.

    Dessa data para cá, o mesmo Museu, com o mesmo quadro de pessoal mas com director diferente, é outro, mais dinâmico, mais aberto ao público e mais atractivo.

    Quem não quer ser avaliado (uma enorme maioria) reclama sempre da subjectividade das avaliações.

    Mas é possivel estabelecer critérios objectivos e sistemas independentes de avaliação, assim haja vontade para isso.

    E este é que é, para nós, o grande problema:quêm quer ser avaliado?
    O-Naufrago said...
    Se os critérios forem gerais, abstractos e transparentes, do género, qq que seja o avaliador o resultado é sempre o mesmo, suponno que todos gostariam de ser avaliados
    naoseiquenome usar said...
    Então mais um pequeno contributo:
    Não sei como se fará em Espanha, mas entre nós, os valaiadores também são avaliados...
    sempratento said...
    Estamos todos de acordo, é um facto.
    Inclusivamente no que respeita às dificuldades inerentes aos processos de avaliação.
    Quando a avaliação é entregue a colegas, já se mencionou um dos problemas, embora existam muitos outros...
    Quando são os cargos de chefia (DG, DR, DS, CD) a avaliar, os problemas são outros, tão grandes ou ainda maiores. Basta pensarmos quem, até ao momento, tem avaliado os seus funcionários, distribuindo os "Bons" e "Muito Bons", sem critérios bem definidos. Quem, na realidade, dirige e chefia cada um dos serviços públicos? Quem é responsável por chamar à atenção dos trabalhadores que, por incompetência ou negligência, desempenham mal as suas funções?
    Quem dá a palavra final na aceitação de um candidato a um emprego da Função Pública, ou pior, quem dá a palavra inicial?
    FORMIGA BARGANTE said...
    Só mais um pequeno contributo:

    Sei de uma Direcção Geral que não estabeleceu qualquer plano de trabalho ou de objectivos a atingir para 2005 e 2006.

    A partir daqui, como é que se faz a avaliação das dezenas/centenas de pessoas que trabalham nesta Direcção Geral?

    Côr da retina? Cartão partidário? Sexo?
    Relógio de ponto ?

    Qual o critério para a avaliação ?
    ja said...
    Todos concordamos com "os fins", mas... quanto "aos meios", isso é outra música!!!
    E não me falem em mais uma Entidade Reguladora do Desempenho que, como ginjas, virá a seguir e será rosa ou laranja na alternância pseudo-democrática portuguesa!!!
    Patrão said...
    O problema é que cada um acha legítimo "cagar" um critério, avaliar os critérios criados pelos outros, utilizar apenas o critério que lhe convém em determinado momento, criticar critérios, valorizar e desvalorizar critérios, e por aí...

    A multiplicidade de critérios e abordagens aos mesmos, acaba por se revelar, no final, numa gigantesca falta de critério.

    Qual o critério que me levou a escrever isto... descubram-no voc~es, que são capazes de avaliar e comentar seja o que for.

    :) deixo ao vosso critério..

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