PRACE in the name of what?



Situando-se em Lisboa a totalidade dos serviços centrais do Ministério da Cultura, alguém explica a criação da Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo e a extinção, no Porto, do Centro Português de Fotografia, depois dos milhões de euros que nele foram investidos desde 1997 até agora e quando já se tornara uma referência internacional no campo da fotografia contemporânea.

Publicado por contra-baixo 16:34:00  

5 Comments:

  1. maloud said...
    Portugal é Lisboa, o resto é paisagem.
    Eu sou da paisagem. Sou do Porto.
    sniper said...
    Minha cara Maria de Lurdes,

    Bom dia. A sua auto-estima está um pouco em "baixo", o que não compatível com o seu excelente calibre cultural. A paisagem também existe em Lisboa, onde a cultura existe em ghettos, que são normalmente habitados por uma classe de pessoas com uma taxa de renovação muito baixa. Quase que me atrevo a dizer que são sempre os mesmos. O problema é que enquanto as iniciativas culturais pertencerem, e serem patrocinadas quase exclusivamente pelo estado, situações como as do Centro Português de Fotografia vão sempre acontecer. Os clientes da cultura em Portugal são consumidores passivos, pouco muito estimulantes a qualquer iniciativa que não seja a estatal. Penso que muito provávelmente não é estranha uma certa cultura de esquerda, onde a cultura e a universalidade do sistema de saúde andam de mãos dadas, como preceitos constitucionais 100% mandatórios. Quando vou à Gulbenkian, CCB, etc, já cumprimento pessoas pelo simples facto de as ver repetidamente nesses eventos, sem as conhecer minímamente. Situações "privadas" como as do Joe Berardo, que na minha humilde opinião podiam autorizar o envio da colecção dele para qualquer lado, incluíndo a Libéria, são a prova mais do que evidente que a nossa cultura anda de cócoras, cedendo a chantagens de mau gosto e de cariz 100% terceiro mundistas. Para terminar, só em Portugal é poderia existir uma ministra como a Isabel Pires de Lima, uma senhora gaja completamente maluca com um perfil maníaco depressivo esquizóide. Não se espantem.
    Fernando Martins said...
    Vai uma aposta em como as fusões vão dar tacho aos Boys & Girls do Sócrates e as eliminações fazer sair os não-alinhados...?
    maloud said...
    Caro Sniper,
    Se não fosse o Estado só tínhamos a "senhora" da providência cautelar e o Quim Barreiros. Eu sei o que a casa gasta.
    Quanto à Isabel, espero que rapidamente regresse à Fac de Letras da UP. Parece que não é má professora. Como ministra não é boa, nem é má. Não existe. Nos casos do túnel junto ao Museu Soares dos Reis e da colecção do madeirense, ela não foi tida nem achada. Só se dispôs a fazer o papel de tola.
    sniper said...
    Pois é minha cara Mª de Lurdes, mas este país não se pode compadecer de ter ministros deste calibre; quanto à figura de tola, nem de propósito, acenta-lhe que nem uma luva. Já reparou que este governo é feito de professores universitários?

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