Ontem no Público, lá para o meio, bem escondido, saiu mais um artigo assinado por José António Cerejo. Discreto, sem chamada à capa, ao contrário da história (pindérica e muito mal contada) da 'fotocopiadora' de Gondomar. Presume-se até que para alguns o que lá vinha escrito nem sequer 'é' notícia. Já agora o artigo versava as acrobáticas 'optimizações fiscais' da sociedade de advogados da troupe da €urominas - Vitorino, Alberto Costa & Associados. Não se passou nada... naturalmente. E nem que tivesse passado. Portugal também é assim.

Publicado por Manuel 10:49:00  

2 Comments:

  1. josé said...
    O J.A.Cerejo do Público, pelo que escreve depois de investigar, deve ser persona non grata em muito lugar de poder.

    O grupo de Macau que é verdadeiramente um grupo formado por pessoas que acederam a postos de chefia no território, nomeados e cooptados por pessoas ligadas por via partidária ou de clube discreto, ao antigo PR, MS, não deve ter grande simpatia pelo jornalista.

    Esperemos para ver o que vão fazer.
    Neste blog tem sido dada atenção ao que JA Cerejo escreve, porque parece ser um dos poucos que procura saber algo mais do que as aparências mostram.

    Talvez por causa disso, este blog provoca algumas comichões em refastelados que vivem nas quadraturas dos círculos...

    Habituem-se!
    sniper said...
    José, finalmente a ponta do iceberg. O Grupo de Macau! Ainda mexe, e muito..Bravo. Gostei!

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