uma medida fracturante

Sim, fui eu que até recomendei a terceiros que não perdessem tempo com a epopeia das duas senhoras que querem casar, mas ... nem eu resisto. A retórica de um lado e de outro é tão imbecil que não me dá alternativas. Parece, aliás que o grande argumento, o único argumento, é o acompanhar dos tempos, e dos costumes, a par de em alguns países ser assim. Confesso que não percebo, a sério, o porquê de nos limitar-mos a imitar os outros. Porquê ficar então pela possibilidade de casamentos entre pessoas do mesmo sexo ? O swing (a 'troca' de casais parece que está muito na moda... ) e também é socialmente vista com desdém por mentes mais 'retrógradas'. Porque não, a mudar por mudar a legislação, permitir desde já matrimínios com qualquer número de nubentes... um mais duas... três mais quatro , e por aí, além... Vá lá, não sejam tímidos... Há por aí tanto swinger envergonhado, à espera de reconhecimento social...

Publicado por Manuel 16:48:00  

4 Comments:

  1. não há paxorra! said...
    Uma tristeza!

    As 'sapatonas' mais foleiras que já fomos obrigados a 'gramar' nos telejornais e notícias dos últimos dias.

    E 'super' incompreendidas... coitadas!

    Como é possível a reacção dos 'empregadores'... ao não aceitarem que fossem à entrevista quais 'irmãs siamesas'... eheheh!

    E o advogado 'patrono' do casal? Que me dizem dele?
    Anónimo said...
    "E o advogado 'patrono' do casal? Que me dizem dele?"

    Publicidade...Publicidade...!

    À semelhança de Maomé, que pela morte permatura do sexo masculino e consequente falta de machos, devido às guerras nas Arábias, instituíu a poligamia; porquê, dada a falta de "homes" em PT, porque não autorisar o casamento com várias "fêmeas"?

    Pelas notícias até há pelo menos um lá para o lado dos Agarves que pode bem...
    esgoto said...
    prefiro a minha ovelha!
    Zé-da-Esquina said...
    E para quê o casamento? Ou se lhe atribui uma função social - e não são as vantagens em termos de IRS que o justificam, nem o facto de ser estandarte de causas - ou, então, para nada serve. E não servindo para nada, inexoravelmente, desaparecerá, como desapareceram as instituições que deixaram de ter qualquer papel na estruturação das sociedades.
    O melhor é acabar com ele, antecipando-lhe o óbito que o casa/descasa a gosto já prenuncia.

Post a Comment