levar a sério

Já sei que não percebo nada de política, e de diplomacia ainda menos, mas serão toleráveis em pleno século XXI as dúvidas do embaixador iraniano, em Lisboa, sobre o Holocausto ? Será aceitável a refinada ironia do 'diplomata' ? Há umas semanas a sr.a Merkhel reagiu com conta, peso e medida, a declarações semelhantes. Por cá, a indignação continua muito selectiva. Não os levamos a sério. Eles também não.

Publicado por Manuel 19:51:00  

6 Comments:

  1. Arrebenta said...
    Evocação da Imperatriz Farah Diba Pahlavi
    (a propósito do aniversário da monstruosa praga da Revolução Islâmica)

    De cada vez que ela se deslocava de Teerão, para visitar as Vanguardas, em Nova Iorque, havia 100 000 marias cavaco silva que se deitavam no chão, para evitar que ela empoeirasse os sapatos de salto, ao descer do avião.
    Eras.

    http://braganza-mothers.blogspot.com
    Bart Simpson said...
    a malta põe-se a jeito, ai isso põe
    Bart Simpson said...
    a malta põe-se a jeito, ai isso põe
    Anónimo said...
    Duvidar, ainda que de assuntos tão sérios como o holocausto, deve ser sempre lícito. A liberdade de expressão e mesmo o "direito ao disparate" impõe que assim seja.
    A questão é que tais declarações escondem uma agressão mal controlada a um povo, o judeu, e um grande drama por que a Europa passou.
    Fernando Martins said...
    Nãoseria boa ideia, quando um diplomata de um "República Islâmica" põe em causa valores do país que o recebeu e insulta a inteligência das pessoas desse país, ser expulso...?
    Fernando Martins said...
    Nãoseria boa ideia, quando um diplomata de um "República Islâmica" põe em causa valores do país que o recebeu e insulta a inteligência das pessoas desse país, ser expulso...?

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