Finalmente!

Finalmente, JPP, dedica uma prosa a este blog! Por mim, sinto-me extremamente desvanecido pela atenção, embora supeite que os motivos não serão os mais honrosos.
Enfim, não se pode ter tudo na vida: ou se escreve como se pensa; ou se pensa conforma as conveniências do momento.
Assim, aí está o labéu acusatório. Logo, com mais tempo, comentarei a prosa acacio-pachequeana. E comunicarei pessoalmente ao autor desta nova ignomínia pessoal, a minha identidade. Com explicação de motivos e exigência de explicitação das acusações inquisitoriais.

Publicado por josé 12:15:00  

8 Comments:

  1. zazie said...
    que grande cretino, com esta é impossível continuar a disfarçar ao que anda- defesa do grupo político seja a que preço for.

    Mas quero ver se ele é capaz de justicar um único argumento que seja.

    Não é. E depois de anonimato já ontem vimos o que se entende... que tristeza esta balofice do "nome de família conhecido", do fulano de tal assim, assim...
    FORMIGA BARGANTE said...
    Querida zazie

    Já agora, e se não é pedir muito, trate lá de tornar mais claro este seu comentário.

    Quem é o grande cretino?

    José ou José Pacheco Pereira ?

    Talvez a FB consiga perceber ao que vem quando responder a esta pergunta.

    Beijocas.
    Golfinho said...
    "Se os seus principais autores são magistrados, procuradores ou juízes, é razão para ter medo, muito medo, das mãos em que está entregue a justiça em Portugal. Infelizmente, a blogosfera paga também este preço pela sua liberdade." - Divino! Se vocês fossem os únicos :-D

    Já li aqui diversos textos, os quais concordo e subscrevo a 100% acerca do anonimato e a sua defesa na blogosfera. A Ordem Jurídica tem meios para a defender e a garantir.

    Eu próprio escrevi sobre isso no meu blog, mas há pessoas que se dizem democratas e não conseguem alcançar
    certos ditâmes inquisitórios que nos querem impôr através de certas proposições, não respeitando os nossos direitos da personalinalidade, do nome, onde está incluído o direito ao pseudónimo, e os diversas formas porque o fazemos, nomeadamente as nossas profissões.

    Que teria sido afinal de Fernando Pessoa sem os seus heterónimos?

    Deixo aqui o que escrevi no meu blog:

    http://golfinhu2.weblog.com.pt/arquivo/2005/05/e_o_erro_sobre.html

    e

    http://golfinhu2.weblog.com.pt/arquivo/2005/05/direito_de_resp.html

    Por favor não considerem como publicidade gratuita, mas sim como contributo para esta discussão.

    E não é por assinar como Golfinho que o meu blog não deixa de estar linkado no "Observatório de blogues jurídicos". As pessoas, como uma vez já li aqui, podem ter conhecimento do meu nome através de mail.

    Cumprimentos
    zazie said...
    ó querido formiga, pensei que era claro que o grande cretino é o JPP. E não só. Vou botar mini-post sobre o assunto porque também já se me chegou a mostarda ao nariz.

    São as castas meu caro, as castas de um portugal de pequeninos que ainda temos. Anónimo para eles é tudo o que não é fulano de tal e que pertença à sua velha casta. Ainda que o que daí saia seja zurrapa.
    zazie said...
    Quanto ao José é simplesmente a pessoa que mais respeito em toda a blogosfera.

    E vocês sabem como me é difícil chegar a esse respeito ou essa admiração a quem quer que seja...
    AM said...
    o mínimo que se pode dizer da "prosa" de JPP é que é muito infeliz, o máximo, bom, não sei qual é o máximo neste caso, mas que tal "abjecta"
    fico à espera da resposta
    respeitosos cumprimentos para a Grande Loja, e em particular para aqueles que no passado discordaram de qualquer "coisinha" que eu tenha escrito por aqui
    dá-lhe com força!
    josé said...
    Zazie:

    Muito obrigado pela defesa.
    Lembra-se do Vital Moreira ter escrito que na blogosfera todos os (biltres) anónimos são heróis para si próprios, ou coisa que o valha?

    Lembra-se de o mesmo Vital ter escrito um postal logo após a divulgação do acórdão da Relação e ter apagado logo a seguir o que escreveu, quando se deu conta da palermice que tinha escrito, sem se explicar da ignomínia e sem qualquer pingo de vergonha ter continuado a escrever?

    A matriz é quase a mesma.
    Francisco Bruto da Costa said...
    In Informática do Direito
    As palavras de JPP merecem um comentário.
    Quanto ao anonimato, também me desagrada, e por isso é que quando escrevo alguma coisa ponho o nome por baixo; mas compreendo que haja quem tenha razões para temer desagradáveis consequências (normalmente de carácter profissional, mas podendo prejudicar com gravidade outros domínios), relacionadas com a sua presença nomino proprio na blogosfera ou na Web em geral; quem não compreende isso ainda vive no nacional-porreirismo dos anos sessenta e setenta.
    Quanto à mentalidade justicialista e arrogante, JPP fica-se pela forma e pelas alusões vagas a insinuações, desconfianças e faltas de respeito pelas liberdades.
    Pelas liberdades de quem ou de quê ? Dos tubarões que apanham forte e feio no blog em causa ? Dos autores de estranhas negociatas que volta e meia aparecem criticados ? Dos políticos incoerentes e “sem ponta por onde se lhes pegue” que são regularmente zurzidos? Dos jornalistas louvaminhadores que passam a vida a passar recados de terceiros, cumprindo estratégias evidentes ?
    Mas o verdadeiro estenderete vem a seguir: partindo do princípio que os principais autores do blog são magistrados (como poderá afirmar isso, se antes os definiu e os criticou como anónimos?), JPP sai-se com aquela “boca” gasta, imputando aos ditos “magistrados anónimos” uma mentalidade de tal forma sinistra que ele, o poderoso e super mediático Pacheco Pereira, tem razões para ter medo – raciocínio paralelo ao do cidadão pimba/pequeno burguês que fica fulo por um Juiz espirrar e comenta “lá porque é Juiz, Sua Excelência pensa que pode espirrar sem pedir licença a ninguém”.
    À semelhança de muitos jornalistas, JPP contrapõe os magistrados aos cidadãos (incluindo-se a ele próprio na segunda categoria), esquecendo-se que cidadãos somos todos e que ninguém é menos (ou mais) cidadão por ocupar este ou aquele cargo do Estado ou da magistratura – todos temos o direito a espirrar !
    Isto não tem nada a ver com a liberdade da blogosfera, tem muito mais a ver com mentalidades cheias de ideias feitas e de partis pris.
    Olhe, Pacheco Pereira, sabe que mais ? ATCHIIIIIIIIMMMMM !!!
    Espero que volte rapidamente ao excelente nível a que nos habituou.

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