A brincar, a brincar......


O bispo do Funchal criticou sexta- feira a "campanha laica" contra a presença de símbolos religiosos na sociedade portuguesa e exortou os responsáveis a retirarem também as chagas de Cristo da Bandeira nacional, revela hoje o Jornal da Madeira.

Publicado por Carlos 16:42:00  

6 Comments:

  1. Tonibler said...
    Não há chagas de cristo na bandeira nacional. Há o escudo português, que já vem de muitos séculos atrás, em cima das cores da república.
    O que significa o escudo? Pouco interessa, nem vejo no que alguém que jurou fidelidade a um estado estrangeiro tem que ver com isso.
    chaga said...
    Não foi ele, o bispo D. Teodoro de Faria, que disse, referindo-se ao padre pedofilo brasileiro da sua diocese, um tal Frederico que fugiu à Justiça, refugiando-se no Brasil, que ele sofreu tanto como Jesus Cristo?

    Mas que grande chaga que o bispo me saíu!
    Pedro Boleo said...
    Caro tonibler, visto emanar tanto desdém e tão pouco conhecimento para com aquela que julgo ser a bandeira do seu país, deixo-lhe aqui uma breve explicação:

    Significado dos símbolos e cores:

    As 5 quinas simbolizam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na batalha de Ourique.

    Os pontos dentro das quinas representam as 5 chagas de Cristo. Diz-se que na batalha de Ourique, Jesus Cristo crucificado apareceu a D. Afonso Henriques, e disse: "Com este sinal, vencerás!". Contando as chagas e duplicando as chagas da quina do meio perfaz-se a soma de 30, representando os 30 dinheiros que Judas recebeu por ter traído Cristo.

    Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros.

    A esfera armilar simboliza o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.

    O verde simboliza a esperança.

    O vermelho simboliza a coragem e o sangue dos Portugueses mortos em combate.

    Autores da Bandeira Republicana: Columbano, João Chagas, Abel Botelho.
    Tonibler said...
    Caro pedro boleo,

    O escudo com chagas ou sem chagas já existia há muitos séculos. O seu significado quando chegou à bandeira da república era tudo menos importante que ser o escudo português, esse sim, o seu verdadeiro significado, independente do seu significado original. Não é uma questão de desdém pela bandeira do meu país, pelo contrário. Você é que procura significados para lá daquele que é o mais importante, ser a Bandeira de Portugal.
    De qualquer forma, o que estava em causa e que não entendeu, é que uma porcaria de um bispo que jurou fidelidade ao estado do Vaticano não tem que mandar bocas sobre símbolo alheios.
    Portanto, não há porcaria de chaga de cristo nenhuma na bandeira nacional!
    Luis M. Jorge said...
    Por falar em religião, talvez lhes agrade ler os "Evangelhos de Boliqueime", uma narração em capítulos da vida do Salvador. Aqui.
    Padeira said...
    Os cinco escudos azuis, embora representem inicialmente o direito do rei a cunhar moeda, receberam posteriormente outra significação.

    O numero de besantes (pontos brancos) foi alterado de forma a prefazer cinco em cada escudo, determinando-se que contando duas vezes o numero de pontos de um dos escudos (normalmente o do meio) o total de moedas prefaz trinta.

    Também é verdade que se considera que o numero de cinco escudos representa as cinco chagas de cristo.

    = = =

    Toda a bandeira portuguesa está cheia de simbolos religiosos, ou não fosse o núcleo na bandeira, originário da bandeira do condado portucalense, que era um pano branco com uma cruz azul.

    As cruzes são simbolos civilizacionais, e caracterizam Portugal como nação.

    As cruzes não são necessáriamente católicas, pelo que a actual campanha muçulmana/neo-nazi, contra as cruzes, só pode ser entendida como uma campanha para descaracterizar Portugal e destruir os seus simbolos.

    Lembro os mais incautos, que segundo o corão, devem ser proíbidos todos os simbolos ou representações religiosas. As escolas corânicas não têm (se cumprirem os preceitos do corão) qualquer crescente pintado ou representado nas paredes.

    Quando o Reichcommandant Louça, do Lingsblocke, afirmou que também não quer o crescente nas escolas se a maioria dos alunos for muçulmana, esqueceu que, a não existência de qualquer simbolo, é uma exigência religiosa de uma das religiões, no caso a muçulmana.

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