sobre as regalias...

O que é que têm os jornalistas que são diferentes dos outros?... Vamos ver se há debate.

Publicado por Manuel 20:33:00  

7 Comments:

  1. Tonibler said...
    Quem é jornalista só pode subir!
    Anónimo said...
    Os militares acham que sim, que os jornalistas são protegidos.
    xavier ieri said...
    Não têm.
    Por uma razão muito simples.
    Têm cú.
    Como os outros.
    E quem quem cú...
    Excluem-se daqui os que são a voz do dono, por não serem jornalistas mas jornaleiros (andam 'à jorna'...).
    Anónimo said...
    Jornalista (com licenciatura, estágio e 20 anos de exercício de funções em empresas privadas) troca lugar - e salário e alcavalas - com qualquer profissional já mencionado, mesmo em início de carreira.
    katrina a gotika said...
    O link não está bem feito, o que atrapalha quem não sabe corrigir o erro.
    Anónimo said...
    Uma dúvida, para quem souber: a Caixa dos Jornalistas tem alguma coisa a ver com o Estado ou é um regime particular?
    Teófilo M. said...
    Dá-me a ideia de que a questão posta no Portugal Profundo, é habilidosa, para não lhe chamar maldosa.

    No 'site' do Sindicato dos Jornalistas pode lêr-se:

    "Recorde-se que os contribuintes da CPAFJ são as empresas de comunicação social. Os beneficiários são os jornalistas, portadores de Carteira Profissional actualizada, que constam das respectivas folhas de remunerações.

    A inscrição de contribuintes na Caixa passou, desde Janeiro de 2002, a ser feita em conjunto com o universo dos contribuintes da Segurança Social a nível nacional e o pagamento das contribuições passou também a ser feito directamente à Segurança Social, deixando de existir retorno de informação para a CPAFJ. "

    Parece que este é um regime particular/privativo, em que o Estado não comparticipa aos que nele estavam integrados até 2001.

    Ainda há mais sub-sistemas de saúde neste País, que não recebem um tostão do Estado, e que têm benefícios superiores aos que são concedidos pelos diversos regimes geridos/comparticipados pelo estado, sendo as prestações devidas pelos seus contribuintes muito inferiores às que são cobradas por esse mesmo Estado.

    Talvez fosse bom discutir sériamente a reformulação dos serviços sociais do estado em vez de se tentar meter tudo no mesmo saco.

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