DN rouba notícia a Inimigo Público e Avante

As calculadoras gráficas, obrigatórias no ensino secundário, são também utilizadas para jogar. Até aqui, nada de surpreendente. A surpresa é que o jogo preferido dos alunos é uma espécie de bolsa da droga, com indicação do preço dos estupefacientes e os locais reais de compra em Lisboa. Uma diversão que circula há mais de sete anos, em absoluto sigilo.

Vende-se droga quando os preços estão altos, compra-se quando estão baixos, como manda o bê-á--bá do mercado bolseiro. Cada estupefaciente tem um preço, sendo o mais caro a cocaína (20 mil dólares). Depois estão a heroína (oito mil), o haxixe (três mil), a erva (500), os speed (80) e o LSD-25 (40).

O objectivo é ver quem consegue acabar o jogo com mais dinheiro e atingir a máxima pontuação possível 100 pontos. Os jogadores têm 30 viagens para o concluir, correspondendo um dia a cada viagem para adquirir a droga. As deslocações são sempre de metropolitano.

Os alunos jogam entre si e até têm uma lista com os recordes da turma. "Não é como os outros da calculadora, muito básicos. Este é simples e divertido", diz Ricardo, 16 anos. E Marco, 15, explica "É o jogo de que gosto mais, obriga a analisar o preço das coisas. Exige raciocínio."

Diário de Notícias

Publicado por Nino 17:31:00  

5 Comments:

  1. Anónimo said...
    Porquê o Avante!?
    Anónimo said...
    Já agora é simplesmente Avante, e não "Jornal do Avante" como o ignorante que fez o post escreveu. E realmente o que é que te o jornal a ver com o assunto? Só se for para vermos que o mercado da droga funciona na mais pura lógica do capitalismo neo-liberal, cujos lucros podem ser posteriormente reciclados em investimentos legais de "honestos empresários".

    JM
    Anónimo said...
    O DN é um exemplo perfeito de SACANAGEM INFORMARTIVA. Como Outros. Agarram ALGUNS casos, e dizem "os ALUNOS".
    Por favor, não se inspirem no Delgado!!!!!!
    Anónimo said...
    a notícia do dn está mal escrita formalmente ou é impressão minha?
    Anónimo said...
    a notícia dn etá escrita c os pés sem contextualizar coisa nenhuma

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