«Quero dizer-vos»


Não deixo de ouvi, pois, com alguma indulgência que só a experiência concede, aqueles que não entendem que a leitura que faço dos poderes do atribuídos pela Constituição ao Presidente da República e o modo como exerço essas funções não estão sujeitos a flutuações conjunturais, pois assentam numa concepção duradoura, profunda e consistente que tenho do cargo e do seu papel no nosso sistema constitucional.

O País precisa de reformas, não necessita de crises políticas artificiais ou de conflitos institucionais.

Da minha parte, entendo que, na prossecução do interesse nacional e atento às grandes questões que afectam o presente e o futuro dos Portugueses, o Presidente da República deve ser um factor de união e mobilização, de referência nacional, de moderação e arbitragem; nunca um elemento acrescido de perturbação e instabilidade ou um fautor de clivagens, rupturas ou crises artificiais, não sustentadas no sentimento maioritário dos Portugueses.




Publicado por Carlos 14:23:00  

1 Comment:

  1. Diplomatas said...
    Este comentário é para o post acima, mas é colocado aqui porque estava a dar um erro no sistema! Quero apenas alertar-vos que Portugal está na cauda da Europa por causa do Durão, mas também do Ferro, do Guterres, do Carvalhas, do Louçã, do...., enfim... bastaria dizer "Por causa de todos os políticos porque efectivamente já demonstraram ser medíocres, como medíocre foi o período da 1ª República"
    Ass: Olindo Iglesias

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