teste de ética

Leia atentamente os extractos, abaixo citados, da prosa hoje publicada no Público e subscrita por Helena Matos.

Substitua agora "PS" por "Público", "Assembleia da República" por "Redação do Público", "Largo do Rato" por "Rua do Viriato" e "segundo maior Partido" por "mais lido jornal de referência" nesse texto e releia-o.



Disserte sobre as semelhanças/diferenças e paralelismos entre os dois textos e elabore sobre a actual linha editorial do Público...


"Tenho como um dos fenómenos mais intrigantes da actual política portuguesa a gestão suicidária dos actuais líderes do PS. Em cada acto, em cada decisão que sai do Largo do Rato parece haver a intenção de frisar que este PS não está interessado em ser governo. Como é que pode sair um governo da bancada parlamentar que recebeu Paulo Pedroso daquela forma na Assembleia da República? (...)

Parafraseando Augusto de Castro, eles no PS estão equivocados. Quem foi preso, quem é arguido é Paulo Pedroso, não é o PS! Mas na forma como o PS reagiu à libertação de Paulo Pedroso sobressai, tal como já havia sobressaído na sua detenção, esta bizarra intenção de atrelar o PS ao desfecho do caso Pedroso.



Mais uma vez reagiram como se fosse o PS, e não um seu militante, que tivesse saído da prisão preventiva. O que quer dizer que, quando o julgamento começar, o PS, se não arrepiar caminho desta estratégia, se vai sentar também no tribunal. Donde, seja qual for a sentença, nunca sairá bem. Porque se Paulo Pedroso for considerado culpado, o PS também o será. E se Paulo Pedroso for considerado inocente, assistiremos ao "remake", em versão "hard", do que se viu esta semana na Assembleia da República: um partido em rota de colisão com o poder judicial.

Se o PS fosse um qualquer grupelho, o caso não teria especial gravidade. Mas o PS é o segundo maior partido de Portugal. E espera-se que um dia venha a ser governo. "


N.A. este post é dedicado ao Glória Fácil...

Publicado por Manuel 11:41:00  

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