Porrada em cima deles!

Vital Moreira- sempre ele!-clama há vários dias, solitário na sua causa, contra os despautérios dos camionistas que teimam em fazer greve, estragando a bela paz social deste governo de beneméritos. Portanto, com efeitos catastróficos e bem diferenciados das greves ao geral, com manifs, pelas avenidas abaixo.
A greve dos camionistas é coisa a sério, para levar a sério e pelos vistos, no conceito de Vital, é coisa "selvagem".
Logo, a precisar de carabina de caça grossa, bota cardada e chicote a condizer.
Vital, nunca engana, no essencial: sempre, sempre ao lado do povo...que trabalha para o governo.
Assim, reclama agora abertamente, o "uso da força pública para pôr fim ao império ilegal da força privada nas estradas".
Força, camarada Vital!
Lembre-se do episódio da ponte nos idos de meados dos 90, quando em conciliábulo político-partidário, o PS se preparava em estados-gerais, para a maioria de Guterres e Armando Vara, passava a ponte, no seu carrinho modesto, a apitar, em protesto contra o aumento da portagem.
Então, o império da lei, era outro: o da conquista do poder. E que bem foi conquistado!
O camarada Vital, defendo hoje, o que Dias Loureiro galhardamente e em nome do Governo de Cavaco, fez: tropa de choque para as estradas, em cima "deles".
Força, então. Como dizia, o Dirty Harry: "Go ahead! Make my day".

Publicado por josé 09:58:00  

28 Comments:

  1. Alfredo Caiano Silvestre said...
    Qual greve? Lockout!
    josé said...
    Na Ponte, em 1994, também era lock out?

    A dinâmica social, para mal dos nossos vitais, não se compadece com taxionomias constitucionais, por vezes.
    josé said...
    Na realidade, vemos camionistas por conta de patrões que se recusam a andar. Uns piquetes, tipo brigadas cíveis, milícias, no fim de contas e que já mataram uma pessoa.

    As semelhanças com Setembro de 1974, são tentadoras. Com a diferença que então eram os da esquerda, os bons que queriam controlar as saídas de "reaccionários" e se organizaram em milícias populares. Tal como então, são "espontâneos", e ligadas a um movimento espontâneo de protesto.
    Neste caso, os patrões que aderem ao protesto, fazem-no porque sim e lhes convém.

    Isto está difícil de diagnosticar...
    josé said...
    E isto não se trata de uma greve qualquer. E é inútil estar a classificar o movimento como de lock out, como faz o lírico do Blasfémias.

    Isto vai ser um caso sério se entre hoje e amanhã, não for controlado.
    Homer said...
    Claro que controlam!
    Vão-lhe atirar com o dinheiro dos nossos impostos para cima, como fizeram com os pescadores.
    A seguir vêm os taxis, transportes públicos etc. que, se tiverem força, receberão também o seu quinhão.
    A coisa só pára quando a mulher do Zé (o Zé agora não pode, está a ver o jogo na TV) aparecer na rua a agitar o tacho vazio...
    MFerrer said...
    O que esta direita queria era que o PS reprimisse os arruaceiros para de seguida se queixar do Estado Policial!
    A responsabilidade do cumprimento da Lei e da Ordem Pública é em última análise do PR e de todos os partidos.
    E o que foi que disse o PSD pela voz da sua presidente?
    ""um apelo ao Governo para que seja sensível às dificuldades do sector e abandone uma atitude mais arrogante, mais sobranceira, de assobiar para o ar".

    "Fazemos um apelo para que o Governo seja sensível à difícil situação do sector e a encontrar plataformas de entendimento com o sector, como está a acontecer pela Europa toda"
    Oportunismo tem hora.
    Ou então o governo vai deitar pela janela o que consegiu reduzir do défice e ficamos todos f....
    MFerrer
    josé said...
    mferrer:

    Está agora a perceber o alto grau de inteligência política do nosso Vital Moreira?

    Por ele, seguindo as passadas seguras de Dias Loureiro, Silveira Godinho, Cavaco e outros, a tropa já estava na rua.
    josé said...
    E no entanto, o Governo vai ser interpelado por deixar andar e nada fazer em nome da segurança e do respeito da legalidade.
    O que é verdade, neste caso.

    Enfim, parafraseando Brecht: como é difícil governar!
    josé said...
    Mas a questão, aqui, é outra:

    Como habitualmente, Vital Moreira, é adepto do poder em modo absoluto. Nada de contrapesos, sindicatos em greve selvagem ou protestos contra a legitimidade democrática.

    Vital dar-se-ia lindamente no salazarismo ( se fosse apoiante). Ou, no caso, na ditadura soviética ( como foi), porque a essência democrática que o parece animar no que escreve, é um vazio de sentido.

    Vital vive democraticamente alienado da noção de contra-poder.
    ACholdra said...
    Sr Bloger e comentaristas:
    A postura do PS e seus apaniguados (incluso o inefável V.Moreira) não é muito diferente da do PSD de há anos e a do PSD agora não difere da do PS também há anos. Isto só revela a falta de princípios e de qualidade das lideranças que os portugueses excretam.Embora não sendo exclusivo de Portugal (olhó Sapateiro!) é pena estarmos condenados a tamanha mediocridade. Agora trata-se de violar brutalmente o direito de circulação nas vias públicas numa dimensão e gravidade sem precedentes em Portugal, nada comparável aos acontecimentos na ponte de ferro sobre o Tejo. O grande homem de Estado estadista que corta a direito não se sbmetendo a professores juízes F.P. etc (com o militares mais cuidado....), muito provavelmente, vai ficar ferido de morte. Embora usando argumentos estafados não resisto a perguntar: se fosse um qq grupo profissional, não das elites (tipo aviadores, controleiros,maquinistas) o que é que, pela certa, já teria acontecido??
    josé said...
    O erro político grave, agora, é fazer intervir a tropa.

    Não é que falte legitimidade, porque os camionistas estão a cometer ilícitos penais.

    É porque a partir de certa altura, a legitimidade democrática, fica em risco. E esta, para um político está sempre sobreposta à legalidade.

    Um político perante o dilema de perder o voto e violar a lei, opta sempre por esta última.

    Alguém duvida?
    KILAS said...
    Isto tudo é o princípio do fim de um PM de plástico, à semelhança, aliás dos governantes desta Europa que são todos de plástico...
    Com alguém dizia, parace-me que o PM que outrora tão arrogante e determinado era e que agora, à boca de eleições anda tão cordeirinho, vai ter uma desagradável surpresa em 2009, pior do que Almeida Santos que tb ele pedia a maioria absoluta...
    Aúnica diferença de então para agora é que não se pode comparar o político Almeida Santos ao descartável José Sousa...
    Vitor said...
    A greve é um direito e não um dever! O que tenho visto é um conjunto de arruaceiros a apedrejarem e a cortarem os depósitos de gasóleo daqueles que legitimamente optam por seguir viagem...
    Por isso sim, porrada em cima deles e com força!
    CCz said...
    Caro José´,
    .
    Creio que era "Go ahead punk! Make my day"
    fernando said...
    A tropa já há muito que devia estar na rua.

    Comparar o episódio da Ponte com este é alucinação e muito bem andou o Dias Loureiro na altura.

    Um Estado não pode estar refém seja do que for, ou a seguir virá uma Junta militar, para meter a canalha na ordem.
    MFerrer said...
    Como não participo em insultos ou arruaças mesmo só escritas, e não vejo qq argumento que seja útil à discussão ou ao País, retiro-me na certeza de que vos encontrarei a todos, e cada um, na próxima fila do pão com a cesta da bicla ao ombro.
    Passar bem.
    MFerrer
    MFerrer said...
    Nesta crise dos transportes, quando muitos pediam até medidas contra o normal funcionamento da democracia e a intervenção sobre a Galp, ou a pura e simples renacionalização...
    A estratégia conduzida pelo governo, a enorme paciência de que deu mostras, a racionalidade das suas propostas, e sobretudo, o facto de que não teve que recorrer a medidas extremas ou à repressão policial tão amplamente sonhada e pedida por muitos sectores, permitiu uma assinalável, uma enorme vitória que vai constituir um marco na governação com valores e com sensibilidade social.
    Foi a vitória da democracia sobre a arruaça.
    Tudo ao contrário do desejo dos que, repetidamente, sonharam com escorregadelas repressivas e ou soluções fáceis ao nível da desorçamentação das Contas Públicas e do abandono dos princípios de gestão da coisa pública.
    Foi a salvaguarda dos esforços dos portugueses para manterem uma linha de rumo racional.
    Finalmente foi gigantesco o contributo que estas actitudes deram para a definição de medidas sociais na Europa e, vejam lá, para o ganho do Sim na Irlanda: É que as imagens da repressão violenta quer em França, quer em Espanha, desgastam a confiança nesta Europa que todos os dias se constroi. Hoje, na Irlanda com o Tratado de Lisboa. Era bom que ganhasse o Sim e o Não fosse derrotado, lá como cá, por KO
    Terminaram os sonhos dos que ansiavam ver o PS deitar fora os votos juntamente com cargas policiais!
    fernando said...
    Para quem já se tinha despedido da conversa, estamos conversados sobre a coerência da atitude.

    Devo confessar antes de tudo que, sou filiado no PSD, nas últimas eleições legislativas, votei no PSD, para mal dos meus pecados no PSD.Mas nas próximas eleições votarei no PS, caso até lá, o Governo não faça nenhuma outra asneira das grossas, como esta da "greve dos camionistas". Pela simples razão de que este país não se consegue governar com minorias.

    Dito isto, sou o primeiro a reconhecer a importância de termos tido um Primeiro-Ministro (que mesmo com um canudo da treta), fez o que outros antes de si (mesmo com canudos de primeirissima água) não fizeram porque simplesmente não os tinham no sitio. Nunca um Governo enfrentou tantos em tão pouco tempo.

    É por isso lamentável, ver como meia dúzia de piquetes de greve, vulgo milicias populares, conseguiram parar o país. Isto não é o que se espera de um Primeiro-Ministro decidido e determinado. E este é o primeiro caminho para perder votos. Assim como também os vai perder o PSD, que no meio desta guerra, andaram vergonhosamente fugidos em parte incerta. Não é isto que se espera de um partido que pretende ser uma alternativa de Governo.
    josé said...
    Por mim, apoiaria este governo, mesmo com este primeiro-ministro de opereta bufa e canudo de treta /( está para sair uma biografia em que o tipo reincide no orgulho que tem no diploma...), caso visse nas suas propostas, medidas de alcance assinalável e benéfico para todos.

    Mas, infelizmente, não é assim.

    Na Educação, esta ministra a única coisa que pretende, é melhorar estatísticas, influenciada pelos conselhos de ministros onde se insiste nos números de vergonha, mas não se compreende exactamente como fazer para os eliminar.

    Na Justiça, as reformas empreendidas deixaram pior o sistema. Pior do que já estava, o que é um êxito e um hino ao autismo político.


    Na economia, reconheço que o ministro das Finanças, tem feito o que pode com o que dispõe. Mas nada melhor do que antes, outros tentaram fazer.

    Na Administração Pública, quase tudo como dantes.

    Nas economia geral, a aposta continua a ser a mesma de sempre, de há vinte anos para cá: obras públicas como motor da economia. Puro keynesianismo, sem qualquer inovação.


    Se a estes falhanços notórios, endémicos e estruturais, juntarmos a arrogância deste indívíduo que lidera, com tentação de controlar tudo e fazer de conta que é democrata, então a conclusão é só uma:

    Venha quem vier, pior não poderá fazer.

    Quanto à negociação, com os camionmistas, é óbvio que o Governo cedeu em toda a linha.

    Como cederá daqui a alguns dias, se os agricultores da CAP e outros desalinhados fizerem o mesmo.

    Este governo não se aguenta até ao Natal.

    É uma profecia.
    Galactus said...
    Já reparou, José, que VM lê as notícias à pressa? O último post da criatura sobre o preço dos automóveis em Portugal está em contradição com a própria notícia que ele comenta. Hilariante.
    fernando said...
    Caro José, você lá terá as suas certezas

    Já sobre os mesmos assuntos tenho uma visão diferente:

    Na educação, este Governo fez aquilo que nenhum teve a coragem de fazer, estabelecer uma distinção entre os Professores que se arrastam, aqueles que entraram recentemente na carreira, e os outros que passam a ter mais responsabilidades (os titulares). Só por isto, já valeu a pena.

    Na Justiça, convenhamos, nenhum Governo consegue milagres, contra uma classe com o poder dos Magistrados. Mas o facto de se pretender introduzir critérios de racionalinade no sistema, é inequivoco da vontade reformadora do Governo. A gritaria dos Juizes mostra bem onde lhes dói.

    Na Administração Pública, tudo como dantes? Bem não é aquilo que se ouve aos Sindicatos.

    E já agora, quem é que arranjou subsidio de desemprego para o Ensino Superior? Foi este Governo.
    Os outros viviam bem com o facto de um Professor poder trabalhar 20 anos e depois ir para a rua sem um subsidio que qualquer pessoa por conta de outrém tem direito.

    Nas Finanças, nem vale a pena falar. A diferença para o anterior Governo é notória.

    O Governo tem feito muitas asneiras?
    Claro que tem. Mas o descontentamento que grassa é mais pelos incomodados com a perpectiva da mudança do que pelo facto da economia não andar para a frente.

    Manifestações?
    Só tenho visto manifestações da função pública.

    Manifestações dos mineiros, ainda não vi nenhuma. Das trabalhadoras do textil, idem aspas aspas.

    Governo pode fazer melhor?
    Pode e para isso em muito contribuirá uma opinião pública esclarecida.

    O PSD vai fazer melhor?
    Cruz, credo, longe venha a má sorte.

    O PSD vai perder as eleições em toda a linha e mais tarde, quando o Sr. Rui Rio resolver enfim vir apanhar os cacos talvez então, o PS comece a fazer contas á vida.
    Carlos Medina Ribeiro said...
    .
    HÁ UNS ANOS, num dos seus programas das segundas-feiras, António Vitorino disse (achando que proferia palavras muito sábias):
    «Eu só penso nos problemas à medida que aparecem».

    Ora, vindo estas palavras da boca de um ex-ministro (e da Defesa, ainda por cima!) ficamos perfeitamente elucidados no que toca à forma como os políticos actuais encaram a velha máxima «GERIR É PREVER».

    Mas, no que toca ao longo-prazo, a Oposição não parece melhor do que o Governo, não sendo capaz, também, de ver mais longe do que a ponta do nariz:
    Do que eu ontem ouvi (do debate na A.R.), as grandes preocupações são o ISP, os lucros da GALP, etc - nada que refira, claramente, que o que está em causa é um 'virar-de-página' de toda a nossa Civilização baseada no petróleo, barato e abundante.
    .
    josé said...
    Para termos governantes assim, qualquer um serve.

    Qualquer um mesmo.

    Por isso é que este tem servido, porque é mesmo um qualquer um.

    E pelos vistos, as pessoas não são exigentes.

    Como se dizia dantes, para quem é bacalhau basta.
    KILAS said...
    Caro Fernando:

    Vossa Exª não viu outras manifs. pq, infelizmente as pessoas têm sido obrigadas a emigrar ( com E ), coisa que desde a década de 60 do séc. passado não se via. Assim é que os nºs do desemprego não são mais alarmantes.
    E olhe que eu estou à vontade pq embora me situe na área do PSD não votei Santana nem votarei Ferreira Leite, que, quanto a mim, é uma pessoa sem conteúdo e a única vantagem que tem sobre este PM é que ela, pelo mesnos que se saiba é honesta...
    Confesso que em 2009 irei votar mas o meu voto não é em ninguém... é CONTRA ESTES POLÍTICOS ...e, por alguma razão se diz que em 2009, o PCP e o BE vão atingir, cada um deles, os 2 digitos e serão o novo PRD.....

    Parece-me evidente!...
    fernando said...
    Caro Kilas,

    acho que o argumento da emigração não me parece suficiente, mesmo com a tal emigração, os funcionários públicos continuam a ser uma minoria em termos de número de trabalhadores activos de Portugal, já em termos de manifestações, parecem a maioria. Não faz sentido.

    Quanto á Manuela Ferreira Leite, ela não me convence, com a sua seriedade. Pense só no grande amigo dela, que foi apanhado a transportar malas cheias de notas. O tal Dr. Preto. Melhor exemplo de seriedade não pode haver. E que dizer do recentemente descoberto humanismo da dita. Convenhamos.

    Não sei se o PCP e o Bloco vão ter 2 digitos, acho que é muito cedo para fazer tal previsão. Se o PS, continuar a asneirada, pode até ser. Mas se isso acontecer, mal de nós. O PCP e o Bloco, não vão resolver problema algum, mas irão criar muitos.

    O PCP não esqueçamos, é o tal partido que acha que a Coreia do Norte é uma democracia.

    Se os politicos são maus, é porque a democracia portuguesa não conseguiu criar melhores politicos.

    Eu contudo acredito numa coisa muito simples, Deus nos livre de Primeiros-Ministros Catedráticos.
    Mais vale um Primeiro com canudo da treta e com poder de decisão.

    Do que um Catedrático como o Dr. Oliveira Salazar, ou o Dr. Marcelo Caetano, ou o Dr. Cavaco Silva. Para Presidente da República ainda vá, agora para cargos executivos onde é necessário tomar decisões e sujar as mãos, nem pensar.
    fernando said...
    Caro Kilas,

    acho que o argumento da emigração não me parece suficiente, mesmo com a tal emigração, os funcionários públicos continuam a ser uma minoria em termos de número de trabalhadores activos de Portugal, já em termos de manifestações, parecem a maioria. Não faz sentido.

    Quanto á Manuela Ferreira Leite, ela não me convence, com a sua seriedade. Pense só no grande amigo dela, que foi apanhado a transportar malas cheias de notas. O tal Dr. Preto. Melhor exemplo de seriedade não pode haver. E que dizer do recentemente descoberto humanismo da dita. Convenhamos.

    Não sei se o PCP e o Bloco vão ter 2 digitos, acho que é muito cedo para fazer tal previsão. Se o PS, continuar a asneirada, pode até ser. Mas se isso acontecer, mal de nós. O PCP e o Bloco, não vão resolver problema algum, mas irão criar muitos.

    O PCP não esqueçamos, é o tal partido que acha que a Coreia do Norte é uma democracia.

    Se os politicos são maus, é porque a democracia portuguesa não conseguiu criar melhores politicos.

    Eu contudo acredito numa coisa muito simples, Deus nos livre de Primeiros-Ministros Catedráticos.
    Mais vale um Primeiro com canudo da treta e com poder de decisão.

    Do que um Catedrático como o Dr. Oliveira Salazar, ou o Dr. Marcelo Caetano, ou o Dr. Cavaco Silva. Para Presidente da República ainda vá, agora para cargos executivos onde é necessário tomar decisões e sujar as mãos, nem pensar.
    RockyBalbino said...
    Este blogue continua a ser oásis de clareza de raciocínio, independência, e inteligência. Se houvesse mais portugueses com este grau de participação cívica, escusávamos de gramar sócrates e santanas a governarem-nos, passe o termo.
    cidadão profissional said...
    O MP não tem nada a ver com isto?

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