Advogados: os novos representantes

Lisboa, 01 Dez (Lusa) - O recém-eleito presidente do Conselho Superior da Ordem dos Advogados, José António Barreiros, realçou hoje ter alcançado mais votos que o novo bastonário, "na primeira vez em que o Conselho Superior foi eleito por sufrágio directo".

O jornalista e advogado António Marinho Pinto foi eleito sexta-feira bastonário da Ordem dos Advogados, superando os candidatos Garcia Pereira, Menezes Leitão e Magalhães e Silva.

"É a primeira vez que o Conselho Superior é eleito por sufrágio directo", disse José António Barreiros, notando a coincidência de o novo presidente ter alcançado mais votos que o bastonário.

De acordo com José António Barreiros, o novo bastonário foi eleito com 7.033 votos, enquanto o presidente do Conselho Superior obteve 7.144.

Publicado por josé 18:25:00  

2 Comments:

  1. Huan Li Pei said...
    Eu li bem ?

    " (...)




    O ex-deputado do PS e o seu advogado queriam visar o blogue Grande Loja do Queijo Limiano mas acabaram por atingir o professor universitário António Balbino Caldeira, autor do blogue Do Portugal Profundo. Caldeira sentiu-se “indignado e injustiçado”, processou os irmãos Pedroso e o Ministério Público (MP) e pede uma indemnização de 70 mil euros por “danos não patrimoniais”. O julgamento teve duas sessões (Julho e Setembro) e as partes estão à espera de ser convocadas para a leitura da sentença.

    A ‘história’ começou em Abril de 2005, quando Paulo Pedroso apresentou uma queixa-crime no DIAP contra várias pessoas e desconhecidos, por terem escrito ‘posts’ e feito comentários no ‘Queijo Limiano’ sobre o seu envolvimento no processo Casa Pia, em que chegou a estar sujeito a prisão preventiva. Na queixa, articulou vários factos que considerou ofensivos da sua honra. Só que, na parte final, em vez do ‘Queijo Limiano’, requereu ao MP que identificasse o autor do ‘Portugal Profundo’ e que o blogue fosse eliminado da internet.

    Em Maio de 2006, Caldeira compareceu no MP de Alcobaça, foi constituído arguido e submetido ao termo de identidade e residência. Disse para os autos que iria processar, por denúncia caluniosa e difamação, quem o referiu, ou ao seu blogue, na queixa da família Pedroso.

    Um mês depois, o MP, através da procuradora Fernanda Pêgo, reconheceu o erro e arquivou o processo. Na contestação à queixa de Caldeira, o ex-político disse não ter lido o que assinou por depositar “natural confiança no autor da peça”, João Pedroso. Ambos admitiram o lapso mas, tal como o MP, não apresentaram qualquer pedido de desculpas a Caldeira. "

    http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=268001&idselect=9&idCanal=9&p=200
    josé said...
    Ossos do ofício...

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