Portugal, 24 de Abril de 1974, pela secretária de Estado da Saúde Carmen Pignatelli




RTP

Publicado por Carlos 00:12:00  

9 Comments:

  1. FM said...
    Nao deixem o tempo apagar a memoria
    http://portugueselostchildren.blogspot.com/
    Anónimo said...
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    Anónimo said...
    Alto lá à marcha, Sr.ª Secretária da "Res publica", ou será antes da "Reles pública". Isso de andar a dizer que se pode criticar o Governo nos cafés e nas esquinas, não é totalmente verdade. Pode-se criticar, sim, desde que não esteja nenhum polícia por perto, e somente no caso de, nas esquinas, o crítico, não estar acompanhado por mais de duas pessoas, porque se ultrapassar esse número já é considerada, pelos homens da ordem pública, manifestação não autorizada. Quase tenho a certeza que esta Secretária é uma agente provocadora do Governo. Primeiro, diz que podemos criticar, depois, dá-nos uma “arrouxada” nas costelas por críticas infundadas ao Governo legitimamente eleito. O polícia das BAC entrega o relatório, o chefe leva-o ao conhecimento do Exmo. Governador Civil e, como o caso é grave, “leia-se, puseram em perigo a ordem e soberania nacional”, manda entregar o relatório em mão ao Digníssimo Procurador do MP (sem ofensa ao cargo ou à pessoa). Este órgão, como é seu dever e bem sabe, acusa: crimes de “difamação e injúria”. Ora bolas, pelos menos eram mais sérios se dissessem “não se pode criticar”.
    Anónimo said...
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    Anónimo said...
    Agora já compreendi ..., depois de ter visionado o video mais de 50 vezes. Cito de cabeça, "Nas nossas casas, nos cafés, nas esquinas com os NOSSOS AMIGOS". A dificuldade está em saber quem são OS NOSSOS AMIGOS! O Charrua (o engraçado do Porto) também pensava que estava entre amigos e ... ops!!! P.I.D.E./D.G.S. (Ponha Imediatamente o Difamador na Escola/Desinforme o Gabinete do Sócrates).
    Zé "Prisas" Amaral said...
    Tá certo!
    E somos nós que estamos presos...
    Carlos Medina Ribeiro said...
    Já se sabe que o choro e o riso, por vezes, andam juntos - o que justifica a expressão «chorar a rir», que foi o que esta senhora conseguiu fazer com particular eficiência, pelo menos no que a mim toca.

    Só não acho bem que ela seja apenas Secretária de Estado Adjunta: deve ser, e rapidamente, colocada no lugar de Correia de Campos pois, como também se sabe, «o riso dá saúde».
    Carlos Medina Ribeiro said...
    Um dia destes, o Joaquim Letria, no «24 horas», desabafou:
    _

    Como pode o PS e as pessoas boas que por lá andam deixarem-se comparar a um bando de bufos, serem um tumulto de gente vingativa e sem maneiras à mesa do Orçamento, depois de se terem batido contra a ditadura e pela liberdade em 75?!

    Tudo descambou com o cheirinho a azedo do guterrismo, essa espécie de socialismo de comandantes da Mocidade Portuguesa, com perfume de sacristia. Foi aí que o Terço dos Filhos da Mãe desfraldou estandartes, benzendo-se após cada atrocidade. Juntaram-lhes cursistas da UEC e arrependidos do PC, soltaram os pitbulls dos maravedis e misturaram-lhes, em lume brando, os comissionistas do Centrão. Hoje em dia, perseguem tudo e todos sem vergonha!

    Não tarda que ostentem o “crachá de ouro” e assinem os respectivos diplomas uns aos outros, com selo branco, para não haver dúvidas. Bem podem mandá-los emoldurar, para os mostrar às mães e deixá-los aos filhos. Cheios de orgulho!
    Anónimo said...
    Concordo consigo e com o Joaquim Letria. O problema é que, não há nos partidos muitas pessoas lúcidas capazes de raciocinar com coerência.

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