Civilização II

Se o autor deste disco se continuasse a chamar Cat Stevens, com toda a certeza, seria este o disco do Natal e a canção Maybe there´s a world, seria o hit das rádios.
Assim, como se chama Yusuf, é mais um. Mas não é! Ouçam e digam.
Bom fim de semana, com Cat. Stevens, aliás, Yusuf.

Publicado por josé 17:40:00  

4 Comments:

  1. Zé "Prisas" Amaral said...
    Cresci a ouvir este gajo. E tal como qualquer transformação, procuramos descobrir na mudança o que é melhor.
    Sejam ou não Stevens.
    Ou Yusuf's.

    Gostei, José.
    Um bom dia.
    Cristina said...
    vou ouvir

    bom fim de semana:)
    naoseiquenome usar said...
    ... Ou o fenómeno da Americanização. No tempo dos Beatles, também havia gente igual ou melhor, ou mesmo, bem melhor.... ( a propósito lembro os Mama´s and Papa's)
    A. Bramão e H. Ramos said...
    E, já agora, comentem isto:

    http://publico.clix.pt/shownews.asp?id=1279886

    Modernização das instalações escolares vai ser gerida por empresa pública
    16.12.2006 - 19h17 Lusa


    O Ministério da Educação vai avançar com o programa de modernização física do parque escolar nacional, que será gerido por uma empresa pública, sob a figura de Entidade Pública Empresarial (EPE).

    Este programa foi aprovado pelo Conselho de Ministros no início deste mês, enquanto a EPE em causa será ainda criada pelo ministério tutelado por Maria de Lurdes Rodrigues, explica-se num comunicado emitido hoje.

    O ministério prevê apresentar em Janeiro o conjunto do programa para a modernização do parque escolar nacional.

    O semanário “Sol” noticiou na sua edição de hoje que seis escolas secundárias (quatro em Lisboa e duas no Porto) vão sair do Estado e ser integradas numa empresa pública.

    Privatização de escolas “excluída”

    “O capital desta empresa será realizado com o património das Escolas Passos Manuel, D. Dinis, Pedro Nunes e João de Castro (Lisboa) e Rodrigues de Freitas e Oliveira Martins (Porto)” e “com a transferência de quatro milhões de euros do Orçamento do Estado”, diz o semanário.

    “Esta medida permitirá que o património imobiliário das escolas venha a ser vendido a privados, à semelhança do que aconteceu com muitos quartéis situados no interior da capital”, diz também o “Sol”, que, no entanto, refere que “o Governo garante que estas escolas não vão ser vendidas”.

    No comunicado emitido hoje, o Ministério da Educação garantiu que “está excluído qualquer tipo de privatização ou de passagem a empresa pública” de escolas, reagindo, assim à notícia publicada do “Sol”.

    O ministério esclarece que “está fora da sua agenda qualquer intenção de mudar o estatuto jurídico das escolas sob a sua alçada”, acrescentando que “também está fora do horizonte qualquer saída ‘artificial ou real’ do sector público dos respectivos docentes e funcionários”.

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