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Para os Drs. Marques Mendes e o Dr. Spin Bloguitica:

Rescisões amigáveis na função pública já são possíveis. Não dão é direito a indemnização. É mesmo isso que estão a sugerir? Que se paguem dezenas (ou centenas) de milhares de euros a funcionários públicos para que saiam? É isso? E de onde é que vem o dinheiro?

Era só para saber.

Publicado por irreflexoes 17:15:00  

9 Comments:

  1. rb said...
    É a única forma de o Estado se "desfazer" de funcionários públicos que estão a mais- se é que estão. Não sei é se eles estarão elos ajustes e esse é que é o problema. Cçlaro tudo depende das compensações ... Já agora, não sendo possível a rescisão unilateral, salvo por razões disciplinares, o que nos sugere o irreflexões?
    contra-baixo said...
    e eu já estou a ver uns milhares de funcionários a aproveitarem o quase final de carreira para uma rescisão amigável (paga com o ouro vendido?) e com a CGA a pagar a aposentação a seguir, a não ser que a opção seja correr com os novos e ficar com os mais velhos até ao fim da carreira.
    maloud said...
    Donde é que vem o dinheiro? Dos impostos, é claro.
    Manuel said...
    Não discordando das declarações do M. Mendes ao DE (naquela que foi provavelmente a sua mais lúcida entrevista) *acho* que a questão está mal colocada. Se se retirar do filme a componente ideológica o drama não é o número de Funcionários Públicos mas o extraordinário défice de productividade destes. Despachá-los, e privatizar a eito, será a saída fácil... Não necessáriamente a única.
    AirTour said...
    Qual é o problema com as indemnizacões?
    É evidente que terão que ser os mais jovens a sair e a poupança nos vencimentos cobre muito bem o encargo. Quanto à história do Ouro, Cadilhe tem toda a ra
    rb said...
    Manel: e como é que que se "despacham" funcionários? A lei não permite ... Por novo decreto?
    rb said...
    Manuel, digo.
    Pedro M said...
    Tem graça: ninguém fala das chefias incompetentes nomeadas pelos partidos e que minam a funcionalidade dos serviços...
    dorean paxorales said...
    Quais chefias? Aquelas que terão de ser, por inovador despacho deste governo, obrigatoriamente do partido do mesmo?

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