o problema é mesmo esse

Pingue-ponge

Dizem-me: não podemos ceder, este é um combate de civilização, não pode haver tibieza.
E eu penso que do outro lado, à mesma hora, alguém diz exactamente o mesmo a alguém.

João Morgado Fernandes

Publicado por Manuel 13:15:00  

5 Comments:

  1. josé said...
    É o dilema de Munique. Do filme, claro.

    De um lado, a vontade de agir em vingança imposta por lei religiosa.
    Do outro, a acção vingadora imposta pela religião contrária.

    A guerra está para durar.
    Haverá que tomar partido?

    Acho que sim. Já tomei há muito. Só discuto tácticas. A melhor não será a da cedência por motivos estritamente políticos, mas também não sei dizer qual é.
    Alguém sabe?!
    discreto said...
    "Dizem-me: não podemos ceder, este é um combate de civilização, não pode haver tibieza."

    Tibieza de modo algum.

    Mas uma lúcida táctica em ambas as partes, para discernir o conflito com a necessária perceptibilidade, afim de travar o ainda possível.

    Urge respeito mútuo,senão perdemos todos.
    lusitânea said...
    Qual ping pong qual carapuça.O que temos é falta de politicos como deve ser desde a 2ª guerra mundial na EUROPA.Isto anda sem rumo de tal forma que qualquer fedelho bem falante encosta um parlamento às cordas e o contamina e depois todos pagam por isso.Andamos num internacionalismo anárquico do politicamento correcto para tudo e todos e eu estou farto de pagar por essas porcarias todas!
    Portugal aos Portugueses e em beneficio dos Portugueses e deixem-se de tretas dos coitadinhos porque actualmente os "explorados" da Europa são os Portugueses!
    naoseiquenome usar said...
    Só para o plagiar: é uma questão de "determinação"!
    Anónimo said...
    A bem não vai por muito que se queira iludir os bem pensantes.
    Quem tiver as armas mais flexíveis e as souber utilizar em tempo útil sobreviverá. Até agora os árabes levam a dianteira. Com os europeus a táctica compensa até pelo apoio dos traidores. Aos americanos e russos farão ainda muita mossa.
    O pior vai ser com a Índia e China.
    Quando chegar aí vai fiar fino. São muitos, mas eles vão reduzi-los à sua real dimensão no mundo.
    Esperemos que alguns de nós fiquem por cá para ver.

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