o país que temos

Nada a acrescentar, a este texto sentido de Manuel Castelo-Branco, excepto a solidariedade.

Publicado por Manuel 12:20:00  

3 Comments:

  1. Principe Negro said...
    Nada de admirar num país que continua alegremente a premiar quem rouba, quem maltrata, quem não trabalha...
    Neste fantástico país os "criminosos" são os outros:
    - Os que trabalham porque são gananciosos que só querem fazer sombra aos demais;
    - Os que arriscam porque são perigosos "capitalistas" que exploram os desgraçados dos "trabalhadores" que já têm que fazer esse supremo sacrificio que é "trabalhar"
    - Os que pagam impostos porque são lorpas e como tal merecem não só pagar por si mas também pelos outros
    - os que em geral cumprem com as suas obrigações porque são gente que se julga mais do que os outros, e afinal em "democracia" e "liberdade" só cumpre a lei quem quer.
    Anónimo said...
    Os actos cobardes e indignos relatados por Manuel Castelo-Branco não estão a passar para a História.
    Ninguém fala neles, porque todos, por medo ou sentimento de culpa, procuram esconder a vergonha.
    Pode ser que daqui a 50 anos, quando já ninuém tiver medo do establishment actual, se comece a falar neles com o destaque merecido.
    Então, um dia, será feita justiça aos que caíram pelo Estado de Direito Democrático.
    Por agora, é o país e a gente que temos.
    Paciência.
    Indignado said...
    O tal texto é uma perfeita inutilidade, que pretende usar fastasmas enterrados há huitos anos para algum ganho propagandistico. Aliás, propagandistico não, porque ninguém vai mudar de opinião quanto a seja o que for por causa desse texto, é um texto auto-consolatório.

    Não gostaram que os envolvidos no processo das FP-25 fossem indultados. Dizem que não se fez justiça. Eu discordo. A justiça serve para evitar aquilo que classificamos como crime. Estando as FP-25 definitivamente mortas e exposto esse grupo como um bando de ignorantes impressionáveis, últimos seguidores no país e na europa de uma ideologia e de métodos que foram abandonados, que propósito servia arrastar os julgamentos e pretender encarcerar mais tempo as pessoas envolvidas? Vingança! Não é para isso que deve servir a justiça, meus senhores... e se se diz que este blog tem tanta participação de "agentes judiciais" (seja lá isso o que for, é estranho que indivíduos se confundam com a sua profissão...) neste blog deviam ter mais bom senso.

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