ipsis verbis

O ministro da Administração Interna admitiu hoje que o anunciado projecto de acompanhamento de operações policiais por elementos do Ministério Público pode ter resultado de um erro de interpretação jurídica do Governo sobre algumas competências da polícia. (...) "Estávamos em erro", admitiu o ministro. "Sempre ouvi dizer que as polícias tinham perdido competências para fazer aquilo que se denomina de rusgas", começou por dizer António Costa, explicando os motivos pelos quais o Governo anunciou, este mês, a intenção de reforçar os poderes das forças policiais nas acções preventivas de identificação, revista e busca através da presença de elementos do Ministério Público em determinadas operações. (...) "Estávamos em erro. Temos de fazer uma distinção clara entre situação preventiva e repressiva", admitiu o ministro, referindo que a nível da prevenção se opera sob a direcção da própria cadeia de comando - com excepção das buscas domiciliárias -, e que apenas a nível de repressão tal só é naturalmente possível sob autoridade judiciária. (...)


in Portugal Diário

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Publicado por Manuel 17:45:00  

4 Comments:

  1. Anónimo said...
    Se fosse o Santa Ana, era comido vivo pelos senhores da imprensa.
    terramann said...
    Se fosse o Santana não se retractava, essa é a outra diferença no domínio dos "ses".
    pipi said...
    escarrapachar o texto do vosso manga de alpaca na frente das trombas deles sempre serviu para alguma coisa.
    Anónimo said...
    O Costa e Costa são 2 broncos, imcompetentes, um na administração
    outro na justiça, saiem-se com uma cena que só os classifica, como imcompetentes. Pregunto e acholdra de tecnicos dos 2 ministerios, que tem haver com este simples engano?

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