Um cata-vento açoreano ...
domingo, outubro 12, 2003
O JN traz hoje a história de uma daquelas cambalhotas que tanto contribuem para credibilizar o nosso sistema político.
Desta vez o protagonista é João Bosco Mota Amaral.
É ler para crer :
O presidente da Assembleia da República (AR), Mota Amaral, recuou nos comentários feitos aos incidentes gerados no Parlamento devido à libertação de Paulo Pedroso. De "chocado", Amaral passou a "compreensivo".
A edição de ontem do semanário "Expresso" referia que Mota Amaral tinha ficado "chocado" com a confusão provocada pela chegada de Pedroso à AR. Jornalistas e deputados acotovelaram-se e, no meio do frenesim, uma secretária antiga acabou danificada. Contudo,
em declarações à TSF, ontem, o presidente do Parlamento disse "compreender" a "emoção" que o caso suscitou.
"Não os critico pelo seu entusiasmo e emoção, porque admito que estaria nas mesmas circunstâncias também emocionado e nervoso se estivesse directa e pessoalmente envolvido".

Amaral lamentou apenas os "estragos e a perturbação", assinalando, porém, que se trata de um problema sem grande significado.
Sobre a "confusão" gerada na Assembleia República quando Paulo Pedroso saiu da cadeia e se dirigiu para o Parlamento, onde foi recebido em festa pelos socialistas, Ferro Rodrigues disse, ontem, em Caminha que essa é uma ques-tão "sem a mínima relevância".
"Estou aqui para falar de coisas muito sérias, e não de fait-divers", referiu Ferro Rodrigues.
Assaz edificante para quem já sonhou poder vir a ser candidato Presidencial ...
Publicado por Manuel 00:45:00
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